sábado, 24 de maio de 2025

7 vegetais que você pode comprar uma vez e cultivar para sempre






7 vegetais que você pode comprar uma vez e cultivar para sempre


Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense

Jornal JRP internacional 
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Cebolas verdes - Coloque as raízes brancas na água e elas voltarão a crescer em poucos dias.,

Alface romana - Mantenha a base na água, e novas folhas brotarão.,

Aipo - Coloque a parte inferior em uma tigela com água e observe-a crescer novamente.,

Alho - Plante um dente de alho no solo; ele crescerá e se tornará um bulbo completo ou verduras saborosas.,

 



Alho-poró - Assim como a cebolinha, ele se desenvolve facilmente na água a partir da raiz.,

Manjericão - Coloque um caule na água até que ele crie raízes e, em seguida, plante-o.,

Batatas - Plante os pedaços germinados e eles se transformarão em mais batatas.







Frutíferas que podem ser plantadas em jarros incluem pitanga, acerola, amora, morango, laranja-kinkan, romã, jabuticabeira híbrida, limão siciliano, macieira (especialmente as variedades Gala e Fuji), e outras como a cerejeira-do-rio-grande, cerejeira, ameixeira, pessegueiro, pereira, abacateiro, nectarina, lichia, framboesa e goiaba.

Elaboração:
A escolha de uma frutífera para cultivar em um jarro depende do espaço disponível e do tipo de fruta que se deseja ter. Algumas frutíferas, como a pitangueira, podem ser cultivadas em vasos de 50 litros ou mais. A amora é uma ótima opção para quem busca uma fruta saborosa e fácil de cultivar em vasos. A acerola, rica em vitamina C, também se adapta bem ao cultivo em vasos.

    



Outras frutíferas que podem ser cultivadas em vasos:
Romã: A romãzeira pode ser cultivada em vasos, e há variedades mini-romã que podem até mesmo se tornar bonsai.

Limão siciliano: É uma frutífera que se adapta bem aos vasos.

Macieira: As variedades Gala e Fuji são indicadas para o cultivo em vasos.

Jabuticabeira híbrida: É uma das árvores frutíferas em vaso mais recomendadas.

Outras opções: Cerejeira-do-rio-grande, cerejeira, ameixeira, pessegueiro, pereira, abacateiro, nectarina, lichia, framboesa e goiaba também podem ser cultivadas em vasos.

Observações:
É importante escolher um vaso de tamanho adequado para o tipo de frutífera e para o seu crescimento.

A rega e a adubação devem ser feitas regularmente para garantir o desenvolvimento saudável da planta e a produção de frutos.



Ferramentas antiga dos povos antigos.

 Algumas frutíferas, como a amoreira, podem ser cultivadas com o auxílio de estruturas, como treliças, para apoiar os ramos longos e flexíveis.
Redação JRP

Jornal JRP internacional

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sexta-feira, 23 de maio de 2025

Para peixes ornamentais,

Beta azul Gabriela do professor Leon Lopes de Natal RN-BRASIL.


Para peixes ornamentais, o ideal é utilizar um substrato que seja apropriado para o tipo de espécie que você está criando e que também seja esteticamente agradável para o aquário ou lago. Materiais como cascalho, areia, pedrinhas ou substratos específicos para plantas aquáticas são comumente utilizados.



Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense

Jornal JRP internacional 
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Tipos de substrato:
Cascalho: É uma opção popular, com diferentes tamanhos e cores, que pode servir de abrigo para alguns peixes.
Areia: Permite que as plantas aquáticas se desenvolvam e ajuda a manter a água limpa.
Pedrinhas: Podem ser usadas para criar um efeito natural ou para decorar o aquário.
Substratos específicos para plantas: São compostos por nutrientes que auxiliam no crescimento das plantas.

Outros elementos:
Além do substrato, outros elementos como troncos, pedras grandes, vegetação ou objetos artificiais podem ser adicionados ao aquário ou lago para fins decorativos e também para servir como abrigo para os peixes.

Considerações importantes:
O tipo de substrato deve ser adequado para as espécies de peixes que você tem ou que pretende criar.
O substrato deve ser limpo e bem mantido para evitar o acúmulo de sujeira e algas.
Alguns peixes podem ser sensíveis a substratos muito finos ou pontiagudos, então é importante escolher um material que seja seguro para eles.








































Peixes ornamentais: condições locais
Quanto mais soubermos sobre a espécie que estamos criando, maiores serão as chances de obtermos êxito no negócio




O ambiente aquático é influenciado pelo ar, pelo solo, pelo ecossistema terrestre adjacente e também pela intervenção humana, chamada de ação antrópica


Existem, no Brasil, hoje, em torno de 1.800 produtores de peixes ornamentais. Cerca de 350 desses produtores estão concentrados na região de Muriaé, em Minas Gerais. Outros polos de criação também se desenvolveram ao longo deste tempo por diversas regiões do país, contribuindo para dinamizar as economias locais e gerar empregos.


Além de Muriaé, são polos de produção de peixes ornamentais o Rio de Janeiro (Magé, Duque de Caxias, Região dos Lagos); São Paulo (Ribeirão Preto e Mogi das Cruzes); os Estados da Bahia, Ceará e Pernambuco (Salvador, Fortaleza, Recife), no Nordeste; Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, na Região Sul.


“ O Brasil exporta cerca de 20 milhões de peixes ornamentais de água doce por ano, gerando receitas da ordem de 4 milhões de dólares, sendo que mais de 95% desses peixes são oriundos do extrativismo, principalmente das planícies e florestas inundáveis da bacia do médio rio Negro, na Região Amazônica”, afirma o professor Manuel Vasquez, do curso Produção de Peixes Ornamentais, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.

Água

A qualidade da água é um fator preponderante para o sucesso da piscicultura. São vários os tipos de água utilizados em piscicultura, quanto à origem ou quanto à natureza, cada qual com suas vantagens e desvantagens.


A água de melhor condição para utilização em piscicultura é a captada diretamente de nascentes. Ela carrega pequena quantidade de material em suspensão, é isenta de peixes e outros invasores, dispensando o uso de filtros. No entanto, tem baixa concentração de oxigênio e baixa temperatura.

Quanto à água tratada, comum nas áreas urbanas , esta não deve ser diretamente utilizada nos peixes ornamentais, devido ao cloro empregado no processo de purificação. Ela deve ser deixada para descansar, no mínimo, por um período de 48 horas antes de ser colocada para os peixes.

Ambiente aquático

O ambiente aquático é influenciado pelo ar, pelo solo, pelo ecossistema terrestre adjacente e também pela intervenção humana, chamada de ação antrópica.

Na piscicultura comercial, o ecossistema é manipulado para manter o ambiente mais adequado possível às espécies que se está criando, buscando maximizar a produção de plâncton e de outros organismos que servem de alimento para os peixes.

O meio aquático possui características físicas e químicas que são influenciadas por fatores abióticos e bióticos. Os fatores abióticos, que afetam a qualidade da água, são o solo, a luz solar, o ar, a temperatura, entre outros; já os fatores bióticos são as comunidades que estão presentes na água, como o plâncton, os peixes, as algas e outros seres vivos.

Temperatura

A temperatura é a principal variável abiótica que afeta o metabolismo dos peixes. Uma variação de apenas um grau na temperatura corporal dos peixes ocasiona uma alteração de 8 a 10% em seu metabolismo.

Essas variações implicam em diferentes velocidades de crescimento, por exemplo; com a temperatura indo de 27 para 26ºC, ou outro valor, os peixes diminuiriam a demanda por alimento e oxigênio na mesma proporção, também em 10%, representando uma queda de produção.

Cada espécie de peixe possui uma faixa de temperatura ideal para o seu cultivo, que precisa ser respeitada. Para o Betta, a temperatura varia entre 24 e 29ºC; para o Guppy, varia entre 22 e 28ºC; para o Paulistinha, varia entre 20 e 27ºC; para o Barbo, varia entre 20 e 27ºC; para o Neon, varia entre 26 e 30ºC; para a Carpa, varia entre 20 e 28ºC e assim, sucessivamente.

Dureza da água

A “dureza” da água, isto é, a quantidade de sais (de cálcio e magnésio), que estão dissolvidos na água, pode ser medida pelo aparelho conhecido como densímetro. Alguns peixes exigem água “mole”, com poucos sais, como o acará disco; outros exigem água mais “dura”, com mais sais, como a molinésia; e existem os que toleram ambas as águas, como o guppy e o kinguio.

Oxigênio dissolvido

Existe um valor mínimo de oxigênio dissolvido, no qual uma espécie consegue sobreviver. Existe outro valor, acima desse mínimo, no qual a mesma espécie consegue se alimentar e crescer; e, ainda, tem-se um valor bem alto, que seria o limite máximo, a partir do qual pode ocorrer embolia nos peixes.

ESCALA DE TOLERÂNCIA AO OXIGÊNIO DISSOLVIDO

- Teor acima de 4,0 mg/l = Bom crescimento das espécies ornamentais;

- Teor entre 2,5 mg/L e 4 mg/l = Reduzem o consumo de alimento e a natação;

- Teor inferior a 2,0 mg/l = Muitas espécies de peixes não conseguem sobreviver.

Mas como medir o teor de oxigênio dissolvido na água? Em primeiro lugar, deve-se manter uma constante observação sobre as alterações de comportamento dos peixes. Quando eles começam a nadar na superfície, ou quando o cardume inteiro fica perto da entrada de água, apresentando apatia, são indícios de sinais da falta de oxigênio. Outro indício é a indiferença à presença de pessoas, quando o normal seria a fuga.

O pH da água 

Os peixes, de maneira geral, têm seu desenvolvimento mais satisfatório em águas próximas à neutralidade, com o pH entre 6,5 e 7,5. É importante observar que algumas espécies exigem água com pH fora dessa faixa. Peixes como o acará disco apresentam baixo crescimento e ficam mais susceptíveis a doenças, quando mantidos em água com pH acima de 7.

Vazão da água

Uma piscicultura de sistema semi-intensivo, em tanques de terra, deve possuir fonte de água com vazão de 8 a 10 litros por segundo, para cada hectare de lâmina d’água. Essa vazão é necessária para os modelos de tanques com circulação constante de água. Quando a necessidade for apenas manter o nível da água, repondo o que evapora ou infiltra no terreno, bastam de 25% a 40% dessa vazão.

Tipos de solo

O tipo mais indicado para uma piscicultura é o solo que possui teores de argila entre 30% e 50%, pois apresenta baixa permeabilidade e minimiza as perdas de água por infiltração. Solos com baixo teor de argila apresentam alta permeabilidade. Com isso, as perdas de água serão maiores e podem inviabilizar a atividade, ou exigir o uso de mantas impermeabilizantes, o que aumenta o custo de implantação do projeto.

Confira mais informações, acessando os cursos da área Piscicultura.


Redação JRP  

Por Sr.Leon Lopes, jornalista e fotográfico 

Jornal JRP internacional 
jcidadern@hotmail.com 



sábado, 17 de maio de 2025

Como bom cultivo e tratar da água


A rotação de culturas é uma prática agrícola que consiste em alternar diferentes tipos de culturas na mesma área ao longo do tempo, em vez de cultivar a mesma cultura repetidamente. A rotatividade, planejada e bem executada, traz diversos benefícios, como a melhora da fertilidade do solo, controle de pragas e doenças, e aumento da produtividade.


Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense

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Como fazer a rotação de culturas:
Planejamento: Defina seus objetivos e o que você deseja alcançar com a rotação (melhora da fertilidade, controle de pragas, etc.).

Conhecimento do terreno: Analise o tipo de solo, clima e histórico de cultivos.

Seleção das culturas: Escolha culturas que se complementem, com diferentes necessidades nutricionais e sistemas radiculares.

Implementação: Prepare o solo, adube, separe as áreas e plante as culturas.

Acompanhamento: Monitore a saúde do solo, as pragas e doenças, e ajuste o planejamento conforme necessário.

Dicas para a rotação:
Combine leguminosas e não leguminosas: As leguminosas fixam nitrogênio no solo, beneficiando culturas subsequentes.

   



Use plantas de cobertura: Elas protegem o solo, aumentam a matéria orgânica e fixam nitrogênio.

Considere a sequência de culturas: Defina uma sequência de culturas que atenda aos seus objetivos e condições do terreno.

Atenção com a pulverização: Adapte a quantidade e os tipos de insumos agrícolas às necessidades de cada cultura.

Pesquise sobre exemplos de rotação: Há diversas opções de rotação para diferentes culturas e objetivos.



Exemplos de rotação:
Soja → milho → braquiária:
A soja fixa nitrogênio, beneficiando o milho, e a braquiária melhora a estrutura do solo.
Trigo → soja → milheto:
O trigo é cultivado no inverno, seguido pela soja no verão, e o milheto pode ser usado para produção de palha.
Arroz → feijão → crotalária:
O arroz é seguido pelo feijão e a crotalária pode ser usada como adubação verde.

Em resumo: A rotação de culturas é uma prática que traz muitos benefícios para a agricultura. Planejamento, conhecimento do terreno, seleção adequada das culturas e implementação cuidadosa são essenciais para o sucesso da rotação.


ERVAS MÁGICAS QUE CRESCE SEM TERRA!

Sem espaço pra plantar? Não se preocupe! Aqui estão 6 ervas incríveis que crescem só na água:

(1) Hortelã: Raízes rápidas e perfeitinho garantido!

(2) Salsa: Ama um copinho com água e vai dar sabor a seus pratos!

(3) Alecrim: Calminho, mas firme e delicioso!

(4) Orégano: Já começa a enraizar em poucos dias e é perfeito para temperar!

(5) Cebolinha: Brota fácil da base e é uma delícia! 🤤

(6)Tomilho: Só precisa de bastante luz e vai dar um toque especial aos seus pratos! 

DICA PRÁTICA:

Coloque os galhos em potinhos com água limpa, perto da janela, e troque a água toda semana! É fácil, prático e você terá temperinho fresco sempre à mão! 







A hidroponia é uma técnica de cultivo de plantas sem o uso de solo, onde as raízes são imersas em uma solução nutritiva. Essa solução fornece os nutrientes necessários para o crescimento das plantas, como água e sais minerais.

Como funciona:

Solução nutritiva:
A água é o meio em que as plantas crescem, e a solução nutritiva contém todos os elementos essenciais para o desenvolvimento.

Raízes:
As raízes das plantas são imersas na solução nutritiva ou podem ser apoiadas em um substrato inerte, como areia lavada.

Sistema de recirculação:
A solução nutritiva pode ser recirculada para economizar água e nutrientes.

Tipos de sistemas:
Existem diferentes tipos de sistemas hidropônicos, como NFT (Nutrient Film Technique) e sistemas de água profunda.

Vantagens:

Produção em espaços reduzidos:
A hidroponia permite cultivar plantas em espaços pequenos, como em apartamentos ou em áreas urbanas.

Maior controle:
É possível controlar o pH, a temperatura e os nutrientes fornecidos às plantas, o que pode resultar em plantas mais saudáveis e de maior qualidade.

Economia de água: de
A água pode ser reciclada e reutilizada, o que ajuda a economizar água.

Menor uso de pesticidas:
Como as plantas são cultivadas em ambientes fechados e controlados, há menos necessidade de usar pesticidas e herbicidas.

Desvantagens:

Custo inicial: A instalação de um sistema hidropônico pode ser cara, principalmente se for um sistema grande ou comercial.

Manutenção: A solução nutritiva precisa ser monitorada e ajustada regularmente.

Potencial de doenças: A hidroponia pode ser mais suscetível a doenças se não for bem administrada.

Tipos de plantas:
Quase todas as plantas podem ser cultivadas em hidroponia, mas algumas são mais adequadas do que outras, como alface, tomate, morango, pimentão e ervas.

A hidroponia é uma alternativa promissora para a agricultura urbana e para a produção de alimentos em áreas onde a disponibilidade de solo é limitada.


Como purificar a água com filtro.

A água para consumo humano deve ser filtrada (com filtro doméstico, coador de papel ou pano limpo), e, posteriormente, fervida. A fervura da água elimina bactérias, vírus e parasitas; por isso, é o método preferencial para tratamento da água de consumo humano.



Ferver a água é considerado um dos métodos mais seguros para tornar a água potável, pois mata vírus, bactérias ou parasitas presentes na água que podem causar doenças. Para ferver a água, primeiro deve-se colocar um pano limpo e seco, na abertura do recipiente, para filtrar a água ao adicioná-la no recipiente.


Redação do jornal ATAP-RN

Por Kevyn Lopes 

sexta-feira, 16 de maio de 2025

Você sabe qual fundação é ideal para cada tipo de solo? Essa escolha é fundamental para garantir


 Você sabe qual fundação é ideal para cada tipo de solo?  Essa escolha é fundamental para garantir segurança e a durabilidade da obra!  Confira os principais tipos e quando utilizá-los: 


Sr Leon Lopes da Silva
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1. Sapata: Utilizada em solos firmes e rasos. É uma fundação rasa e econômica, ideal para casas térreas ou sobrados com pouca carga.  

Quando usar: Solo com boa resistência logo abaixo da superfície. 

2. Radier: Placa de concreto que se espalha por toda a área da construção. Distribui bem as cargas e evita recalques diferenciais. 

Quando usar: Solo com baixa resistência superficial, porém sem necessidade de fundações profundas. 

3. Estaca: Transfere a carga da estrutura para camadas profundas do solo. Pode ser feita com madeira, aço ou concreto, moldada ou pré-moldada.

Quando usar: Solo fofo, instável ou com baixa capacidade de carga superficial. 

4. Tubulão: É escavado manualmente ou mecanicamente, com grande diâmetro. Possui base alargada e suporta grandes cargas. 

Quando usar: Solo firme que está a uma profundidade considerável.

Gostou do conteúdo? Salve para consultar depois e compartilhe com alguém que está construindo ou estudando engenharia.  #Construção #Engenharia #Fundações #Solo #Obra


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Para garantir uma fundação segura, é crucial realizar uma investigação do solo e um projeto bem elaborado, seguido da execução com materiais adequados e acompanhamento técnico. A segurança de uma fundação depende de diversos fatores, desde a avaliação do solo até a escolha do tipo de fundação mais adequado e a execução com qualidade.

1. Investigação do Solo:
Importância:
A análise do solo é fundamental para determinar a capacidade de suporte do terreno e identificar possíveis problemas, como solos instáveis ou com alta presença de água.
Profissionais:
A investigação do solo deve ser realizada por profissionais especializados, como engenheiros geotécnicos, que poderão avaliar as características do solo e emitir um relatório com as recomendações necessárias.
Objetivo:
O objetivo da análise é identificar o tipo de solo, sua resistência, profundidade da camada de suporte, presença de água e outras características que influenciam a escolha do tipo de fundação e sua execução.

2. Projeto da Fundação:
Importância:
O projeto da fundação deve ser elaborado por um profissional qualificado, que irá considerar as características do solo, as dimensões da construção e as cargas que serão suportadas.

Tipos de Fundações:
Existem diferentes tipos de fundações, como rasas (sapatas, radier, blocos) e profundas (estacas, tubulões), que podem ser utilizadas dependendo do tipo de solo e das características da construção.

Considerações:
O projeto deve considerar a profundidade da fundação, o tipo de material a ser utilizado (concreto, madeira, etc.), as dimensões das sapatas ou estacas, a localização das estruturas e outros detalhes que garantam a segurança e a estabilidade da fundação.

3. Execução da Fundação:
Qualidade dos Materiais:
A qualidade dos materiais utilizados na execução da fundação, como concreto, aço e areia, é fundamental para garantir a resistência e a durabilidade da estrutura.

Seguimento do Projeto:
A execução da fundação deve seguir rigorosamente as especificações do projeto, com medidas precisas e controle de qualidade em todas as etapas.

Acompanhamento Técnico:
É importante contar com o acompanhamento técnico de um profissional, como um engenheiro civil, durante a execução da fundação, para garantir que o projeto seja seguido corretamente e para identificar e solucionar possíveis problemas.

4. Outros Aspectos Importantes:
Limpeza do Terreno:
Antes de iniciar a execução da fundação, é importante limpar o terreno, removendo vegetação e outros materiais que possam atrapalhar a escavação e a concretagem.
Nivelamento:
É preciso garantir que as sapatas ou estacas sejam niveladas corretamente, para que a estrutura seja distribuída de forma uniforme sobre a fundação.
Proteção:
Durante a execução, é importante tomar medidas de segurança, como o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) e a sinalização da área de trabalho.



Um banheiro com as dimensões de 2,10 x 1,20 metros (2,10m x 1,20m) tem um tamanho relativamente pequeno, considerado um banheiro compacto. Ele pode ser adequado para um espaço pequeno ou para quem busca otimizar o uso do espaço.

Considerações sobre este tamanho:
Espaço limitado:
Este tamanho limita o espaço disponível para a instalação de equipamentos, como banheira ou box de grande porte.
Adaptação:
Para um uso confortável, é necessário adaptar a disposição dos objetos e o uso de móveis planejados para aproveitar ao máximo o espaço.
Disposição:
A disposição dos elementos do banheiro (piscina, vaso sanitário, box) deve ser planejada para garantir a fluidez e o conforto dentro do espaço.
Alternativas:
Se o espaço for utilizado por mais de uma pessoa, pode ser preciso considerar a instalação de um box de vidro ou uma porta de correr para otimizar o espaço e a privacidade.

Recomendações:
Escolher móveis planejados:
Utilizar móveis planejados pode otimizar o espaço, aproveitando as paredes e a altura para a instalação de nichos, prateleiras e armários.

Optar por equipamentos compactos:
Escolher equipamentos compactos, como vasos sanitários e pias com dimensões menores, pode facilitar o uso do espaço.

Aproveitar a iluminação natural:
A utilização de janelas e aberturas para iluminação e ventilação natural pode contribuir para a sensação de amplitude dentro do banheiro.

Considerar a ventilação:
É importante garantir uma ventilação adequada do banheiro, com a instalação de janelas ou exaustores, para evitar a proliferação de odores e umidade.

Em resumo: Um banheiro com 2,10 x 1,20 metros é um espaço compacto que exige planejamento e a escolha de equipamentos e móveis adequados para garantir um uso confortável e funcional.

Redação jornal ATAP-RN 

Por Kevyn Lopes 

quinta-feira, 15 de maio de 2025

Exclusivo – EUA articulam acesso estratégico a Fernando de Noronha e Natal sob alegação de direito histórico e investimento bélico


 Exclusivo – EUA articulam acesso estratégico a Fernando de Noronha e Natal sob alegação de direito histórico e investimento bélico

Editor

7 de maio de 2025

Agenda Trump, Destaque, Notas Estratégicas BR


Sr Leon Lopes da Silva
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Repetindo a retórica usada no Canal do Panamá, diplomacia ligada ao entorno de Donald Trump pressiona por acesso irrestrito às infraestruturas de Noronha e da Base Aérea de Natal. Interesses logístico-operacionais no Atlântico Sul e ativos ISR motivam nova campanha de influência.


Portal DefesaNet

Brasília, 7 de maio de 2025


Nota DefesaNet


Artigo em Português


Exclusivo – EUA articulam acesso estratégico a Fernando de Noronha e Natal sob alegação de direito histórico e investimento bélico


Artigo em Inglês


Exclusive – US articulates strategic access to Fernando de Noronha and Natal under the allegation of historical right and military investment


Diplomatas vinculados a setores republicanos dos Estados Unidos, diretamente associados ao núcleo político do presidente Donald Trump, vêm articulando informalmente com interlocutores brasileiros o uso irrestrito do Aeroporto de Fernando de Noronha (SBFN) e da Base Aérea de Natal (BANT), no Rio Grande do Norte. O argumento empregado remete ao conceito de “direito histórico de retorno operacional”, com base em investimentos realizados pelos EUA durante a Segunda Guerra Mundial e o período da Guerra Fria.


O mesmo argumento foi recentemente utilizado em declarações sobre o Canal do Panamá, onde setores trumpistas passaram a defender publicamente que os EUA deveriam reivindicar o controle técnico-operacional da estrutura interoceânica, sob a alegação de que “foram os Estados Unidos que construíram, pagaram e defenderam a instalação durante o século XX”.


No caso brasileiro, trata-se de ativos geoestratégicos de alto valor: Fernando de Noronha como sensor-forward base no Atlântico Sul equatorial, e Base Aérea de Natal como hub logístico de trânsito transcontinental, compatível com operações aéreas interteatrais e como base de prontidão para projeção sobre África Ocidental e litoral norte sul-americano.


Racional técnico-operacional por trás da pressão

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Segundo analistas de defesa consultados pelo DefesaNet, tanto Fernando de Noronha quanto a Base Aérea de Natal oferecem vantagens operacionais tangíveis para a arquitetura C4ISR (Comando, Controle, Comunicações, Computadores, Inteligência, Vigilância e Reconhecimento) dos Estados Unidos, sobretudo no contexto de projeção hemisférica e contenção estratégica no Atlântico Sul.


No caso de Fernando de Noronha, sua localização equatorial posiciona o arquipélago como um ponto ideal para vigilância oceânica de longo alcance. A ilha funciona como plataforma natural para a instalação de sensores eletro-ópticos, radares de superfície marítima e equipamentos ELINT/SIGINT, voltados para o monitoramento de rotas navais e aéreas entre a América do Sul, a África Ocidental e o Atlântico médio. A proximidade com o corredor marítimo entre o Atlântico Sul e o Golfo da Guiné — hoje alvo de crescente atividade naval chinesa, russa e de embarcações de bandeira de conveniência — torna Noronha um vetor avançado de interdição e coleta de inteligência.


Além disso, o aeroporto do arquipélago possui capacidade de operar como ponto de apoio tático para aeronaves de vigilância marítima e UAVs de média altitude e longa duração, como os MQ-9 Reaper ou os SeaGuardian, permitindo cobertura persistente sobre áreas de interesse. A viabilidade técnica de integração com satélites de comunicações, bem como com redes de monitoramento oceânico baseadas em dados abertos e sinais AIS/SAR, amplia o valor estratégico da posição para operações de vigilância marítima e domínio situacional regional.


Já a Base Aérea de Natal, situada na região metropolitana de Natal (RN), possui relevância histórica consolidada. Conhecida durante a Segunda Guerra Mundial como o “Trampolim da Vitória”, a BANT foi utilizada pelas forças aliadas como ponto de trânsito logístico entre o continente americano e os teatros de operações da África e Europa. A base continua sendo uma instalação robusta, com pista de pouso capaz de receber aeronaves estratégicas como o C-17 Globemaster III, o KC-135 Stratotanker e o novo KC-46 Pegasus. Sua posição geográfica oferece acesso facilitado tanto a rotas transatlânticas quanto ao porto de Natal, o que a qualifica como um hub logístico de alto valor para operações conjuntas ou expedicionárias.


Do ponto de vista operacional, Natal apresenta condições ideais para reabastecimento em voo, evacuação médica, mobilização rápida de forças de reação e apoio a missões aerotransportadas em cenários de crise na costa ocidental africana, Caribe ou litoral norte da América do Sul. Sua proximidade com o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) também permite sinergia para operações de inteligência para o monitoramento e rastreio de vetores brasileiros que estão sendo lançados.


FAB Super Tucano A-28 com pintura Comemorativa do 1º Grupo de Aviação de Caça que combateu na Itália durante a segunda Guerra Mundial Foto SO Johnson FAB


Ambas as infraestruturas, se combinadas sob um conceito de presença avançada, permitiriam aos Estados Unidos estabelecer um arco de contenção atlântico que complementariam sua atual malha de bases e pontos de apoio, como Ilha de Ascenção, a Ilha de São Tomé e instalações em Dakar. Este cinturão de vigilância e prontidão ampliaria substancialmente a capacidade de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR) dos EUA sobre o Atlântico Sul — uma região tradicionalmente fora do alcance direto da OTAN, mas onde se observa crescente atividade de potências extrarregionais, inclusive por meio de embarcações de pesquisa, pesqueiros industriais e plataformas marítimas de duplo uso, potencialmente vinculadas a operações de coleta de dados sensíveis.


Base legal e precedentes


A fundamentação jurídico-estratégica apresentada por representantes e analistas próximos ao governo Trump para justificar o pleito sobre Fernando de Noronha e Natal repousa sobre três eixos principais — todos baseados em interpretações ampliadas da história da cooperação militar hemisférica, em dispositivos legais do aparato de segurança dos EUA e em doutrinas geopolíticas mantidas de forma contínua desde a Segunda Guerra Mundial.


O primeiro vetor é de natureza histórico-operacional. Ambas as infraestruturas foram incorporadas ao esforço de guerra dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial:      A Base Aérea de Natal operou entre 1942 e 1945 como base logística sob comando direto americano, sendo uma das maiores plataformas aéreas aliadas fora do território continental dos EUA. Já Fernando de Noronha foi adaptada para servir como ponto avançado de apoio à aviação naval, com reforço da infraestrutura local por parte da Marinha dos Estados Unidos. Essa participação incluiu aportes financeiros, fornecimento de equipamentos, obras de engenharia e construção de pistas, tudo amparado pela Lend-Lease Act (Lei de Empréstimo e Arrendamento de 1941), que permitia aos EUA financiar ou construir infraestruturas militares em países aliados, sob a cláusula implícita de utilidade comum.



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O segundo eixo refere-se àquilo que think tanks de defesa nos EUA vêm definindo como “direito de retorno funcional”. Embora não reconhecida no direito internacional público, essa doutrina informal vem sendo ensaiada desde os anos 1990 e ganhou força com o ressurgimento de visões neomonroeístas no entorno da administração Trump. A tese sustenta que ativos militares financiados pelos EUA em países parceiros — especialmente em contextos de ameaça global ou competição estratégica — poderiam ser “reativados” com base em acordos tácitos ou no princípio de reciprocidade hemisférica. A retórica dessa doutrina ecoa elementos da Doutrina Monroe (1823) e da Western Hemisphere Defense Zone, proclamada por Franklin D. Roosevelt em 1941 e reafirmada informalmente durante a Guerra Fria como área de interesse vital para a segurança marítima norte-americana.


A Distância de 360 km de Fernando de Noronha até a Base Aérea de Natal é uma vantagem inquestionável frente aos 1.540km da Ilha de Ascenção até a costa da África

O terceiro elemento mobilizado pelos EUA envolve precedentes contratuais e legislativos. O extinto Acordo de Assistência Militar Brasil-EUA (1952), embora formalmente encerrado, segue sendo frequentemente citado em documentos técnicos e análises da RAND Corporation, CSIS e Heritage Foundation como referência à “tradição de interoperabilidade hemisférica”. Já o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) de 2019, firmado no governo Bolsonaro para viabilizar o uso da Base de Alcântara, é mencionado como precedente político e diplomático que abre margem para novas modalidades de acesso militar a instalações sensíveis sob controle brasileiro.


A esse quadro somam-se ainda marcos legislativos internos dos EUA que reforçam a tese de mobilização extraterritorial. O Mutual Defense Assistance Act de 1949 — base legal para o fornecimento de apoio militar a países fora da OTAN — e o ainda vigente Defense Production Act de 1950, que autoriza o Executivo norte-americano a mobilizar meios logísticos e industriais fora do território nacional em caso de emergência, são frequentemente evocados como dispositivos que sustentariam juridicamente operações avançadas. Complementarmente, os National Defense Authorization Acts (NDAA) dos últimos anos, sobretudo os aprovados entre 2017 e 2023, incorporaram cláusulas específicas de forward basing e cooperative security locations em zonas extrarregionais, como o Atlântico Sul, autorizando o Departamento de Defesa a empregar recursos para manter presença estratégica em regiões não formalmente cobertas pela OTAN.


A interpretação que emerge desse conjunto jurídico-doutrinário é a de que, diante da intensificação da competição sino-russa no Atlântico Sul e da necessidade de resiliência logística hemisférica, os EUA estariam legitimados — ainda que sem base legal explícita no Brasil — a pleitear o uso prioritário ou irrestrito de infraestruturas que, a seus olhos, fazem parte de uma malha estratégica herdada da lógica aliada da Segunda Guerra Mundial e reforçada pela arquitetura normativa da Guerra Fria.


Visão Histórica


Para uma melhor avaliação das dimensões da Base Aérea de Natal esta vista aérea de 1944 dá uma idea. de suas dimensões.

A Base Aérea de Natal como é conhecida atualmente é operada peça Força Aérea Brasileira. Ao longo dos anos uma parte da área foi urbanizada sendo parte da cidade de Natal/RN.


O nome disso é colônia


Fontes da diplomacia e das Forças Armadas confirmaram ao DefesaNet que representantes da missão diplomática dos Estados Unidos no Brasil ventilaram, em reuniões reservadas, a proposta de retomada operacional das instalações em Fernando de Noronha e Natal, sob a justificativa de “direito funcional de reuso estratégico”. O Itamaraty, pressionado, mantém silêncio. No Ministério da Defesa, a resposta de algumas fontes — lacônica — limitou-se a classificar a sugestão como “juridicamente inviável” e “inaceitável sob o marco constitucional vigente”. Nos bastidores, no entanto, o tom é de inquietação.



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A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 49, inciso I, veda expressamente a cessão de instalações militares a forças estrangeiras sem prévia autorização do Congresso Nacional e formalização em decreto legislativo. Trata-se de um dispositivo de salvaguarda de soberania — ignorá-lo equivaleria a permitir, sob pretexto diplomático, a instalação de postos de controle militar externo em território nacional, à margem do Estado brasileiro.


Juristas especializados em direito internacional e oficiais de Estado-Maior ouvidos pelo DefesaNet foram categóricos: a aceitação, mesmo tácita, da proposta americana equivaleria à criação de enclaves militares operacionais estrangeiros em pleno território brasileiro — zonas blindadas à autoridade nacional, nas quais a soberania constitucional estaria, de fato, suspensa. Seria o equivalente a permitir que o Brasil abrigasse — voluntariamente — compartimentos de comando militar subordinados ao Pentágono.

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Mais do que anomalia jurídica, trata-se de uma humilhação estratégica. O Brasil, se ceder, assumirá o papel de satélite militar subordinado no Atlântico Sul, prestando seu território a operações sobre as quais não terá controle. Seria um cão-de-guarda à margem da OTAN, usado para fins logísticos e operacionais, sem contrapartidas nem cláusulas de reciprocidade. E o mais grave: sem meios militares ou diplomáticos para impor qualquer condição de negação.

Esse é o custo de uma negligência histórica e coletiva. Nenhuma geração política brasileira, de nenhuma corrente ideológica, jamais estruturou um projeto nacional de Defesa compatível com o peso geopolítico do país. Entre 1945 e 2025, o Brasil oscilou entre o descaso orçamentário e a submissão doutrinária. O resultado é um Estado desdentado, com Forças Armadas subfinanciadas, sem dissuasão real, sem autonomia tecnológica e sem arcabouço estratégico para enfrentar pressões de potências globais.


Caso o governo brasileiro aceite, ainda que indiretamente, a operação técnica de Fernando de Noronha ou Natal por meios norte-americanos, abrirá um precedente gravíssimo, cujas repercussões podem desestabilizar a confiança regional. Parceiros históricos verão o gesto como submissão colonial travestida de cooperação hemisférica, corroendo qualquer pretensão de liderança estratégica do Brasil no Atlântico Sul.

Neste cenário, o Brasil não apenas entregará posições geográficas críticas — entregará o símbolo último de sua soberania: o controle sobre seu próprio território.

isso é inacreditável! O povo nordestino não vão aceitar!

Se você não quer que seus filhos e netos sejam escravos dos Norte americanos! Junti-se a nós!


Fora Trump do aeroporto de Natal e de  Fernando de Noronha.


Sr.Leon Lopes da Silva de Natal -RN -BRASIL

 

Sr Leon Lopes da Silva ( mestre Leon Lopes).
Jornalista,fotográfico,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense e administrador de empresas e político no Brasil.




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