quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Governo de Ladrões que usa a máquina para roubar gado do trabalhadores rurais do Amazonas


Mais de 550 cabeças de gado foram tiradas de uma área durante uma operação de fiscalização. 

Centenas de animais, caminhões, equipes no chão e apoio aéreo. 

Para quem vive da pecuária, é impossível olhar uma cena dessas sem pensar imediatamente no tamanho do investimento que está ali.

Mas existe um detalhe que muda completamente a história. 

Os animais estavam na Ilha do Bananal, em uma região que envolve áreas protegidas, terras indígenas e locais considerados ambientalmente sensíveis. 

Segundo os órgãos responsáveis, a criação de gado naquele espaço era irregular. 

Ou seja: para a fiscalização, não era simplesmente uma propriedade produzindo; era uma atividade ocorrendo em um território onde existem regras específicas de proteção.

E aí aparece a parte que deixa o assunto complicado. 550 cabeças não são pouca coisa. 

Tem dinheiro investido, manejo, alimentação, transporte, reprodução e todo o trabalho envolvido na criação. 

Para quem olha de fora, pode parecer apenas “gado apreendido”. 

Para quem vive disso, cada animal representa patrimônio e trabalho. 

Ao mesmo tempo, áreas protegidas existem justamente porque determinados territórios não podem ser ocupados ou explorados livremente.

No fim, ficam duas perguntas que não são tão fáceis de responder: a fiscalização estava certa em retirar os animais? E quem assume o tamanho do prejuízo causado pela retirada? Porque preservar o meio ambiente é obrigação, mas fazer cumprir a lei também envolve consequências reais para quem está do outro lado.

Quando produção, território e lei se encontram, a conta sempre chega para alguém.

Redação , JORNAL JRP INTERNACIONAL 

Etico sério e do povo Brasileiro 

Por Livyo Araújo, jornalista 

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Um laudo do Ministério da Agricultura (Mapa) reacendeu o debate sobre a qualidade dos azeites vendidos como extra-virgem no Brasil.



O azeite de oliva produzido no Brasil tem alta qualidade e se destaca pelo frescor, acumulando prêmios internacionais em concursos globais. Por serem extraídos e engarrafados rapidamente após a colheita no país, os azeites nacionais chegam ao consumidor com acidez muito baixa e propriedades sensoriais preservadas, embora o mercado interno também sofra com fraudes e desvios de qualidade em marcas importadas fiscalizadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Pontos Fortes do Azeite Nacional
Frescor e Baixa Acidez: A proximidade entre o olival e o lagar (local de extração) reduz o tempo de oxigenação do fruto, garantindo índices de acidez inferiores a 0,2% em muitos rótulos premium.
Premiações Globais: Marcas dos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais aparecem frequentemente em listas dos melhores azeites extravirgens do mundo.
Principais Produtores: Rótulos como Azeite Sabiá, Prosperato, Estância das Oliveiras e Mantiqueir (Veni Sacco/Senza) ganham destaque pela consistência.,

Desafios do Setor no Brasil
Preço Elevado: O custo de produção em terras brasileiras e a escala menor em comparação a países tradicionais (como Portugal, Espanha e Chile) tornam o produto nacional mais caro nas prateleiras.
Fraudes no Mercado Interno: Fiscalizações recentes do Mapa e ações do Ministério Público apontam que muitas marcas estrangeiras comercializadas no Brasil falham nos testes e são rebaixadas a azeites virgens ou lampantes, prejudicando a concorrência leal com o óleo genuinamente extravirgem.


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  • Por Leon Lopes, jornalista 

Me conta nos comentários, você costuma comprar algum desses azeites?


Um laudo do Ministério da Agricultura (Mapa) reacendeu o debate sobre a qualidade dos azeites vendidos como extra-virgem no Brasil.


A análise foi determinada pela Justiça Federal, em uma Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público Federal em São Paulo contra o Mapa e a Anvisa, que investiga possíveis fraudes na comercialização de azeites no país.


Segundo os laudos, amostras das marcas Andorinha, Gallo, Borges, Gomes da Costa, Filippo Berio e Carrefour, vendidas como extra-virgem, foram classificadas como azeite virgem, categoria inferior à informada no rótulo. Já amostras das marcas Costa D’Oro e Terras de Camões foram classificadas como azeite lampante, categoria considerada imprópria para consumo humano no estado em que é vendida.


É importante deixar claro: segundo o próprio Mapa, os resultados ainda são preliminares. As empresas notificadas têm direito a solicitar contraprova antes da conclusão do processo.


O presidente do Ibraoliva (Instituto Brasileiro de Olivicultura), Flávio Obino Filho, declarou que os laudos confirmam denúncias feitas pela entidade, afirmando que parte desses azeites são “velhos, com defeito, descartados pelos europeus”, vendidos por preços mais baixos que o extra-virgem produzido no Brasil.


Do ponto de vista nutricional, todo azeite de oliva tem predominância de ácido oleico, uma gordura monoinsaturada associada à saúde cardiovascular. Mas apenas o extra-virgem verdadeiro preserva a concentração mais alta de compostos bioativos, como polifenóis e antioxidantes, associados a benefícios adicionais para a saúde intestinal, cerebral e ao controle da inflamação.


Pela legislação brasileira, o extra-virgem precisa ter acidez máxima de 0,8% e nenhum defeito sensorial de sabor ou aroma. O virgem pode chegar a 2% de acidez e apresentar pequenas imperfeições.


Já o limpante ultrapassa esse limite e não é próprio para consumo sem passar por refino.


Como se proteger enquanto a investigação segue seu curso: desconfie de preços muito abaixo do esperado para a categoria extra-virgem, prefira embalagens escuras.


Redação, JORNAL JRP INTERNACIONAL
jcidadern@hotmail.com


Por Leon Lopes da Silva, Diretor, jornalista e também fotográfo do Jornal JRP INTERNACIONAL