sexta-feira, 6 de junho de 2025

Sr.Leon Lopes da Silva Jornalista, fotográfico,professor, pesquisador, Terapeuta artista Plástico e pesquisador do Natal - RN-NATAL




 Fotos: Sr.Leon Lopes da Silva 

Jornalista, fotográfico,professor, pesquisador, Terapeuta artista Plástico e pesquisador do Natal - RN-NATAL 


   





















Fotos,:Sr.Leon Lopes da Silva 

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Fotos,:Sr.Leon Lopes da Silva 

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A história dos cachorros e gatos


Gato bily

A história dos cachorros remonta a mais de 20.000 anos, quando os humanos começaram a interagir com lobos, dando início ao processo de domesticação que resultou nos cachorros que conhecemos hoje. 


Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense

Jornal JRP internacional 
                       jcidadern@hotmail.com
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Acredita-se que essa interação tenha começado na Ásia e na Europa, com os lobos se aproximando dos acampamentos humanos em busca de comida e, gradualmente, se tornando mais tolerantes à presença humana.
A história dos gatos começa há cerca de 10.000 anos, com a domesticação dos gatos selvagens do Oriente Médio.

Sr.Leon Lopes da Silva

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A história dos cachorros

Sr.Leon Lopes da Silva

Jornalista, fotográfico,professor, pesquisador, Terapeuta, artista Plástico e pesquisador do Natal - RN-NATAL






Cachorro Thor tem 12 anos


Gato pipoca 1 e dois meses 


Gatos baby e bily são irmãos, tem 4 messes de vida.

A história dos gatos começa há cerca de 10.000 anos, com a domesticação dos gatos selvagens do Oriente Médio, especificamente o Felis silvestris lybica (gato-da-líbia). Acredita-se que os humanos foram atraídos pelos gatos devido à sua habilidade em caçar roedores, o que ajudava a controlar pragas nos assentamentos humanos.

Domesticação e Evolução:

Atração inicial:
Os gatos selvagens, atraídos pela abundância de roedores próximos às habitações humanas, passaram a se aproximar dos humanos.

Seleção artificial:
Com o tempo, os humanos passaram a selecionar gatos com características desejáveis, como um temperamento mais amigável e uma maior facilidade de reprodução.

Mudanças físicas e de comportamento:
A domesticação resultou em algumas mudanças físicas e comportamentais, como uma redução do tamanho, uma mudança na pelagem e uma maior tolerância aos humanos.

Adoção global:
Os gatos domésticos se espalharam por todo o mundo, adaptando-se a diferentes climas e estilos de vida.

Relação com os Humanos:

Egito Antigo:
Os gatos eram reverenciados e associados a divindades, como Bastet, uma deusa com cabeça de gato.

Europa:
Por muitos séculos, os gatos foram valorizados pela sua capacidade de controlar pragas, especialmente em regiões agrícolas.

Outras culturas:
A relação entre gatos e humanos variou ao longo do tempo e de diferentes culturas, com alguns povos os venerando e outros os associando a forças negativas.

Companheirismo e afeto:
Atualmente, os gatos são vistos como companheiros de estimação, sendo muito amados e cuidados pelos seus donos.

Curiosidades:

Gatos e bruxaria:
Na Idade Média, a crença na ligação entre gatos e bruxaria levou à perseguição e morte de muitos gatos.

Gatos e mitos:
A mitologia e o folclore de diversas culturas estão cheios de histórias e crenças sobre gatos, algumas positivas e outras negativas.

Gatos e cultura popular:
A presença de gatos em filmes, livros, desenhos animados e outras formas de arte é uma evidência da sua popularidade e fascínio.









Fotos:Sr.Leon Lopes da Silva

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quinta-feira, 5 de junho de 2025

A história do tomate é fascinante e complexa, com origens na América do Sul, disseminação para a Mesoamérica pelos astecas e, posteriormente, para a Europa pelos espanhóis


A história do tomate é fascinante e complexa, com origens na América do Sul, disseminação para a Mesoamérica pelos astecas e, posteriormente, para a Europa pelos espanhóis. Inicialmente, o tomate foi visto com desconfiança devido à sua semelhança com plantas venenosas, mas gradualmente ganhou aceitação e tornou-se um ingrediente fundamental em diversas cozinhas ao redor do mundo.


Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense

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Origens e Domesticação:
O tomate tem origem na Cordilheira dos Andes, em regiões de elevada altitude, desde o norte do Chile até o Equador.

Era cultivado pelos povos indígenas, como Incas, Maias e Astecas.

Os astecas consumiam o tomate já em 700 d.C., e o chamavam de "tomatl".

A domesticação do tomate provavelmente ocorreu na Mesoamérica, com o seu cultivo sendo mais antigo no México.

A palavra "tomate" vem do idioma nahuatl, língua asteca, sendo "tomatl" o nome do fruto.

Chegada à Europa e Inicial Desconfiança:
Após a colonização espanhola da América, o tomate foi levado para a Europa, inicialmente como curiosidade botânica.

Os europeus, receosos com a semelhança do tomate a plantas venenosas, inicialmente não o consumiram.

Alguns acreditavam que o tomate era tóxico, inclusive devido a confusões com outras plantas da família Solanácea.

Apesar da desconfiança, o tomate também era considerado um afrodisíaco por alguns, como os franceses que o chamavam de "pomme d'amour" (maçã do amor).

Aceitação e Popularização:
Gradualmente, o tomate começou a ser utilizado na culinária, especialmente pelos espanhóis.

Os italianos, que o chamavam de "pomodoro" (pomo de ouro), foram importantes para a sua popularização.

No século XIX, o tomate tornou-se um ingrediente cada vez mais presente nas cozinhas europeias e americanas.

A sopa de tomate de Joseph Campbell, lançada em 1897, contribuiu para a popularização do tomate nos Estados Unidos.

O Tomate no Mundo Atual:
Atualmente, o tomate é um dos frutos mais consumidos no mundo, presente em diversas culturas e receitas.

É utilizado em saladas, molhos, sopas, massas, pizzas e uma infinidade de outros pratos.

O tomate transcendeu fronteiras e adaptou-se a cozinhas e culturas diversas.

Redação JRP 
Por Sr .Leon Lopes 
jcidadern@hotmail.com

terça-feira, 3 de junho de 2025

Técnicas de enxertia utilizadas na agronomia para propagar plantas





       Duais plantas de mine  casas para trabalhadores.

Ideia de Mine casa para fazer granja ou na fazenda para o trabalhador.


Sr Leon Lopes da Silva
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🌱 Técnicas de enxertia utilizadas na agronomia para propagar plantas, melhorar a produção e otimizar características das culturas.

✅ Enxertia por fenda (1-3):

Consiste em fazer uma abertura em forma de fenda no porta-enxerto, onde se inserem um ou mais enxertos em forma de cunha. Ideal quando o porta-enxerto é mais grosso que o enxerto.

✅ Enxertia em cunha (4-5):

Semelhante à enxertia por fenda, mas com cortes menores e mais precisos. Indicada para porta-enxertos mais finos.

✅ Enxertia lateral (6):

O enxerto é inserido lateralmente em um corte oblíquo no porta-enxerto. Boa opção para união lateral sem cortar completamente o porta-enxerto.

✅ Enxertia em coroa (7-8):

Vários enxertos são inseridos ao redor da borda do porta-enxerto. Muito usada em árvores adultas para trocar a variedade da copa.

✅ Enxertia em forquilha (9-10):

Aproveita uma bifurcação natural do porta-enxerto para inserir enxertos nas duas ramificações. Útil em árvores com ramos bem definidos.




✅ Enxertia por aproximação (11):

Tanto o porta-enxerto quanto o enxerto permanecem unidos com seus sistemas radiculares até a fusão completa. Depois, um dos lados pode ser cortado.

✅ Enxertia inglesa ou com lingueta (12-15):

Realizam-se cortes complementares com uma "lingueta" que permite melhor encaixe e estabilidade entre o enxerto e o porta-enxerto. Alta taxa de sucesso.

✅ Enxertia de escudo ou borbulhia (16):

Usa-se uma gema (ou borbulha) com um pequeno pedaço de casca, que é colocada numa incisão no porta-enxerto. Muito comum em citros e roseiras.

 Essas técnicas são fundamentais na fruticultura e silvicultura, permitindo melhorar a qualidade dos frutos, a resistência a doenças, e a produtividade das plantas.


Idéia de casa para construir na fazenda,granja ou terreno.
 

quarta-feira, 28 de maio de 2025

A produção de resíduos orgânicos em fazendas

 


A produção de resíduos orgânicos em fazendas uma situação comum que pode gerar impactos ambientais negativos. No entanto, esses resíduos podem ser convertidos em biogás, um combustível renovável e limpo, por meio do uso de biodigestores. 


Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense

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Biodigestores são sistemas que permitem a conversão de resíduos orgânicos em biogás, por meio de um processo de fermentação anaeróbica. Como funcionam os biodigestores Os biodigestores funcionam por meio de um processo de fermentação anaeróbica, no qual microrganismos convertem resíduos orgânicos em biogás.

 O processo é realizado em um tanque fechado, onde a matéria orgânica é introduzida e a temperatura e o pH adequados para a fermentação são mantidos. Benefícios dos Biodigestores na Fazenda.

Os biodigestores oferecem diversos benefícios na fazenda, incluindo: - Redução da quantidade de resíduos orgânicos - Produção de biogás, um combustível renovável e limpo - Redução da dependência de combustíveis fósseis - Melhoria da qualidade do solo e da água Formas de Utilizar Resíduos Orgânicos para Produzir Biogás Existem diversas maneiras de utilizar resíduos orgânicos para produzir biogás, incluindo: - Utilização de esterco animal - Utilização de resíduos agrícolas - Utilização de resíduos alimentares - Utilização de resíduos de jardim Tipos de Biodigestores Existem diversos tipos de biodigestores, incluindo: - Biodigestores de tanque - Biodigestores de canal - Biodigestores de lago.

Sucos naturais para você fazer na fazenda

   


Para fazer sucos naturais e saudáveis na fazenda, você pode usar frutas e vegetais frescos, colhidos no próprio quintal ou de fornecedores locais. Utilize um liquidificador ou centrífuga para extrair o suco, e evite a adição de açúcares ou conservantes artificiais. Algumas opções incluem sucos de laranja, limão, abacaxi, manga, melancia, abacate e até mesmo vegetais como couve, cenoura e beterraba.

Ingredientes:
Frutas frescas: Laranja, limão, abacaxi, manga, melancia, abacate, acerola, morango, banana, uva, maçã, pera, mamão, etc.

Vegetais frescos: Couve, cenoura, beterraba, aipo, espinafre, pepino, etc.

Outros ingredientes opcionais: Hortelã, gengibre, canela, água de coco, etc.

Modo de Preparo:
1. Lave e prepare os ingredientes:
Lave bem as frutas e vegetais, descasque se necessário e corte em pedaços.

2. Bata no liquidificador ou centrífuga:
Adicione os ingredientes no liquidificador ou centrífuga, e bata até obter um suco homogêneo.

3. Coe (opcional):
Se preferir um suco mais suave, você pode coar a mistura para remover as sementes e fibras.

4. Sirva:
Sirva o suco gelado ou à temperatura ambiente, conforme sua preferência.

Dicas para sucos saudáveis:
Variedade:
Combine diferentes frutas e vegetais para obter diferentes nutrientes e sabores.

Limpe bem:
Certifique-se de lavar bem os ingredientes para remover qualquer resíduo de pesticidas ou sujeira.

Adoçante (opcional):
Se desejar, você pode adicionar um adoçante natural como mel ou açúcar de coco, mas é importante usar com moderação.

Gelo (opcional):
Adicione gelo para refrescar o suco, mas lembre-se que o gelo pode diluir o sabor.

Bebidas geladas:
Sirva o suco em copos ou garrafas com gelo, para uma experiência refrescante.

Consumo moderado:
O consumo excessivo de sucos de frutas pode ser prejudicial, devido ao alto teor de açúcar.

Armazenamento:
Sucos frescos podem ser armazenados na geladeira por até 24 horas.

Receitas de sucos saudáveis:
Suco de abacaxi com hortelã: Bata abacaxi, hortelã e água de coco no liquidificador.

Suco de laranja com cenoura: Bata laranja, cenoura e água no liquidificador.

Suco de abacate com mamão: Bata abacate, mamão e água no liquidificador.

Suco de melancia com limão: Bata melancia, limão e água no liquidificador.

Suco verde com couve: Bata couve, maçã, limão e água no liquidificador.

Observações:
É importante lembrar que a qualidade dos ingredientes é fundamental para um suco saudável e saboroso.

Se você tiver alguma restrição alimentar ou doença, consulte um profissional de saúde antes de incluir sucos naturais em sua dieta.

Aproveite os frutos e vegetais da sua fazenda para criar receitas personalizadas e saudáveis.Tipos de nós para você fazer na fazenda.




Para amarrar o gado de forma profissional, os nódulos mais comuns e seguros são o nó de porco (também conhecido como nó de ovelha) e o nó de amarrar cavalo. O nó de porco é ideal para contenção, enquanto o nó de amarrar cavalo é mais versátil para amarrar o animal em um ponto fixo.




Nó de Porco (ou Nó de Ovelha):

Utilização: Ideal para contenção, especialmente para imobilizar animais deitados.
Como fazer:Crie uma alça na corda.
Passa a ponta da corda pela alça.
Torça a ponta da corda dentro da alça.
Puxe a corda para apertar o nó.
Vantagens: Fácil de fazer e soltar, seguro para o animal.
Uso profissional: Pecuaristas e profissionais de manejo de gado usam para contenção em procedimentos veterinários, vacinação, etc.

Nó de Amarrar Cavalo:

Utilização: Para amarrar o gado a um ponto fixo, como um poste ou árvore.
Como fazer:Pegue a corda e faça uma alça.
Passa a ponta da corda por cima da alça.
Puxe a corda para apertar o nó.
Vantagens: Seguro e fácil de soltar, permite que o animal se mova dentro de um raio.
Uso profissional: Usado para amarrar animais durante o transporte, pastagem ou trabalhos de campo.

Outros nódulos importantes:

Nó de Alça (ou Nó de Dobrar): Usado para criar alças em uma corda.
Nó de Oito: Um nó de base muito seguro e versátil, usado em diversas aplicações.
Nó de Boi (ou Nó de Laço): Usado para laçar animais, especialmente em situações de trabalho.

Considerações:

Segurança: É fundamental que os profissionais usem nódulos seguros e que não causem danos ao animal.
Conhecimento: É importante que os profissionais conheçam e pratiquem a realização dos nódulos de forma correta.
Material: Utilize cordas de qualidade e apropriadas para o manejo de gado.

Recursos adicionais:

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) oferece materiais sobre contenção de bovinos.
O YouTube possui vídeos demonstrativos de como fazer vários nódulos.
O site da Embrapa Gado de Corte fornece informações sobre instalações e manejo de gado.
Redação JRP




Por Kevyn Lopes,jornalista
Redação JRP internacional
jcidadern@hotmail.com

domingo, 25 de maio de 2025

Compara dois sistemas de aquecimento solar de água, identificados como (C) e (D)



Compara dois sistemas de aquecimento solar de água, identificados como (C) e (D), mostrando diferentes configurações para aquecimento e armazenamento.



Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense

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Ambos os sistemas utilizam um coletor solar para absorver a luz solar e aquecer a água, que é então circulada por meio de uma bomba controlada por um sensor de temperatura e controlador.

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Mistura natural que melhora seus cabelos 

Sucos da saúde é tonificante e saudável.

Pouco espaço é dá pra produzir o seu próprio alimento.
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A água aquecida é armazenada em um tanque com um trocador de calor, garantindo uma transferência térmica eficiente.

O sistema (C) aquece e armazena água diretamente, provavelmente de uma rede elétrica, enquanto o sistema (D) incorpora um reservatório adicional, que pode fornecer água pré-aquecida para maior eficiência.

O controlador e a bomba regulam a circulação, garantindo a absorção ideal de calor e evitando o superaquecimento. Essas configurações maximizam a eficiência energética, reduzindo a dependência de eletricidade ou gás para aquecimento de água.

Ambos os projetos demonstram como a tecnologia solar térmica pode ser usada para fornecer soluções sustentáveis ​​de água quente.

Redação JRP

Como Fazer um Vermicomposto Caseiro



Como Fazer um Vermicomposto Caseiro

Um ótimo método para produzir composto rico em nutrientes para o seu jardim!.


Sr Leon Lopes da Silva
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O que Você Precisa: Um recipiente com tampa (caixa de plástico ou caixa de madeira com furos para ventilação) Material de cama (jornal picado, papelão ou fibra de coco) Minhocas vermelhas (Eisenia fetida são as melhores) Restos de cozinha (cascas de frutas e vegetais, borra de café, cascas de ovo) Umidade (a cama deve ter a textura de uma esponja torcida) Passos para Fazer Vermicomposto: 1. Prepare a Caixa Faça furos para ventilação nas laterais e no fundo do recipiente. Adicione cama úmida até preencher 1/3 da caixa.

2. Adicione Minhocas Coloque as minhocas vermelhas sobre a cama. Elas cavarão naturalmente.

3. Alimente as Minhocas Adicione pequenas quantidades de restos de comida em um canto da caixa. Enterre os restos sob a cama. 4. Manutenção da Caixa Mantenha a caixa em um local fresco e escuro. Adicione cama fresca conforme necessário.




Evite a superalimentação e mantenha a umidade equilibrada. 5. Colha o Composto Após 2 a 3 meses, quando a caixa estiver cheia de composto escuro e quebradiço, mova o composto pronto para um lado e adicione cama fresca e ração do outro.


As minhocas migrarão e você poderá retirar o vermicomposto. Use este ouro negro em seu jardim para enriquecer o solo, estimular o crescimento das plantas e reduzir o desperdício naturalmente!
     

Para montar uma composteira no Nordeste, escolha um local ensolarado e próximo de uma fonte de água, se possível, com acesso fácil e baixa declividade, evitando locais de baixada. Você pode usar caixas plásticas ou outros recipientes que estejam disponíveis, como barris ou até buracos no chão batido. Intercale camadas de matéria seca (papel, jornal, grama seca) com camadas de matéria úmida (restos de comida). É importante manter a umidade adequada e a aeração, revolvendo a pilha ocasionalmente para acelerar o processo de decomposição.

Passo a passo:
1. Escolha o local:
Local com bom acesso, próximo a uma fonte de água e com baixa declividade.

Evite locais de baixada, onde pode haver encharcamento.

Considere a incidência de sol e vento, que podem afetar a temperatura e a umidade da pilha.

2. Monte a estrutura:
Use caixas plásticas empilhadas, com furos para drenagem e aeração.
 
     

Se preferir, utilize um buraco no chão batido ou um recipiente de madeira ou tijolos.

Se usar minhocas, coloque-as em uma das caixas (vermicomposteira).

3. Prepare a pilha:
Comece com uma camada de folhas secas e galhos no fundo da caixa ou buraco.

Adicione camadas de resíduos orgânicos (restos de comida, cascas de legumes, folhas e grama) intercalando com camadas de matéria seca (papel, palha).

Mantenha a umidade adequada, regando a pilha com água.

Cubra a pilha com uma camada de folhas secas para manter a umidade e a aeração.

4. Cuidados e manutenção:
Revolva a pilha ocasionalmente para garantir a aeração.

Intercale o abastecimento das caixas (se estiver usando várias).

Evite o excesso de umidade, que pode causar mau cheiro.

Mantenha a composteira fechada para evitar insetos e maus odores.
      

O que colocar na composteira:
Restos de frutas e verduras (exceto cítricas).
Borra de café e saquinhos de chá.
Cascas de ovo (trituradas).
Folhas secas e galhos finos.
Grama cortada.

Papelão e rolos de papel higiênico (sem resíduos de comida).
Restos de pães (umedecidos).
Sabugo de milho em pedaços.
Folhas de plantas (sem sementes).
Serragem (em pequena quantidade para aeração).

O que NÃO colocar na composteira:
Carne, peixe, ossos.
Óleo de cozinha.
Produtos químicos.
Remédios.
Plásticos e metais.

Dicas para o Nordeste:
Considere a incidência de sol e vento, que podem afetar a temperatura e a umidade da pilha.

Use materiais que sejam facilmente encontrados na região, como folhas secas, palha e serragem.

Mantenha a composteira bem fechada para evitar o acúmulo de mosquitos e outros insetos.

Reúna a água da chuva em um recipiente próximo à composteira para regar a pilha.

A compostagem é um processo natural e sustentável que ajuda a reduzir o lixo orgânico e a produzir um fertilizante natural para as plantas. Ao seguir as dicas acima, você poderá construir sua própria composteira e contribuir para um futuro mais verde.

Redação JRP internacional