sábado, 24 de maio de 2025

Um loft é um tipo de habitação que se caracteriza por um espaço amplo e aberto

Um loft é um tipo de habitação que se caracteriza por um espaço amplo e aberto, sem divisórias de paredes entre os cômodos principais, com exceção do banheiro. Surgiram da adaptação de antigos galpões, fábricas e armazéns para uso residencial, e são conhecidos pela estética industrial, com tetos altos, grandes janelas e elementos estruturais aparentes.
 

Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense

Jornal JRP internacional 
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Características principais de um loft:

Espaço aberto:
A ausência de paredes entre os cômodos permite uma sensação de amplitude e integração.

Teto alto:
O pé-direito elevado é uma herança da origem industrial e pode ser aproveitado para criar mezaninos.

Janelas grandes:
Grandes aberturas proporcionam iluminação natural e ventilação, criando um ambiente arejado.
 


Estilo industrial:
A estética do loft remete à origem industrial, com elementos como tijolos aparentes, tubulações expostas e estruturas metálicas.

Versatilidade:
A falta de divisórias permite a personalização do espaço, adaptando-o às necessidades do morador.

Origem e evolução:

Os lofts surgiram nos Estados Unidos, especialmente em Nova York, nos anos 1950, como uma forma de aproveitar espaços industriais abandonados.

Inicialmente, eram ocupados por artistas e profissionais criativos que buscavam espaços amplos e baratos.

 
  

Com o tempo, o conceito se popularizou e os lofts passaram a ser procurados por um público mais amplo, que valoriza a estética industrial e o estilo de vida moderno.

Diferença entre loft, studio e kitnet:

Loft: Caracterizado por um espaço amplo e aberto, com paredes entre os cômodos principais (exceção do banheiro).

Studio: Um tipo de apartamento pequeno, geralmente com um único ambiente para sala, quarto e cozinha, com paredes que dividem o banheiro.

Kitnet: Semelhante ao studio, mas com área ainda menor e cômodos conjugados.

   
   







Vantagens de morar em um loft:

Amplitude:
O espaço aberto e o pé-direito alto proporcionam uma sensação de liberdade e amplitude.

Versatilidade:
A possibilidade de personalizar o espaço e adaptar os ambientes às suas necessidades.

Iluminação natural:
As grandes janelas garantem abundante luz natural, criando um ambiente arejado e agradável.

Estilo:
A estética industrial e a modernidade do loft conferem um toque único e diferenciado ao ambiente.















































7 vegetais que você pode comprar uma vez e cultivar para sempre






7 vegetais que você pode comprar uma vez e cultivar para sempre


Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense

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Cebolas verdes - Coloque as raízes brancas na água e elas voltarão a crescer em poucos dias.,

Alface romana - Mantenha a base na água, e novas folhas brotarão.,

Aipo - Coloque a parte inferior em uma tigela com água e observe-a crescer novamente.,

Alho - Plante um dente de alho no solo; ele crescerá e se tornará um bulbo completo ou verduras saborosas.,

 



Alho-poró - Assim como a cebolinha, ele se desenvolve facilmente na água a partir da raiz.,

Manjericão - Coloque um caule na água até que ele crie raízes e, em seguida, plante-o.,

Batatas - Plante os pedaços germinados e eles se transformarão em mais batatas.







Frutíferas que podem ser plantadas em jarros incluem pitanga, acerola, amora, morango, laranja-kinkan, romã, jabuticabeira híbrida, limão siciliano, macieira (especialmente as variedades Gala e Fuji), e outras como a cerejeira-do-rio-grande, cerejeira, ameixeira, pessegueiro, pereira, abacateiro, nectarina, lichia, framboesa e goiaba.

Elaboração:
A escolha de uma frutífera para cultivar em um jarro depende do espaço disponível e do tipo de fruta que se deseja ter. Algumas frutíferas, como a pitangueira, podem ser cultivadas em vasos de 50 litros ou mais. A amora é uma ótima opção para quem busca uma fruta saborosa e fácil de cultivar em vasos. A acerola, rica em vitamina C, também se adapta bem ao cultivo em vasos.

    



Outras frutíferas que podem ser cultivadas em vasos:
Romã: A romãzeira pode ser cultivada em vasos, e há variedades mini-romã que podem até mesmo se tornar bonsai.

Limão siciliano: É uma frutífera que se adapta bem aos vasos.

Macieira: As variedades Gala e Fuji são indicadas para o cultivo em vasos.

Jabuticabeira híbrida: É uma das árvores frutíferas em vaso mais recomendadas.

Outras opções: Cerejeira-do-rio-grande, cerejeira, ameixeira, pessegueiro, pereira, abacateiro, nectarina, lichia, framboesa e goiaba também podem ser cultivadas em vasos.

Observações:
É importante escolher um vaso de tamanho adequado para o tipo de frutífera e para o seu crescimento.

A rega e a adubação devem ser feitas regularmente para garantir o desenvolvimento saudável da planta e a produção de frutos.



Ferramentas antiga dos povos antigos.

 Algumas frutíferas, como a amoreira, podem ser cultivadas com o auxílio de estruturas, como treliças, para apoiar os ramos longos e flexíveis.
Redação JRP

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sexta-feira, 23 de maio de 2025

Para peixes ornamentais,

Beta azul Gabriela do professor Leon Lopes de Natal RN-BRASIL.


Para peixes ornamentais, o ideal é utilizar um substrato que seja apropriado para o tipo de espécie que você está criando e que também seja esteticamente agradável para o aquário ou lago. Materiais como cascalho, areia, pedrinhas ou substratos específicos para plantas aquáticas são comumente utilizados.



Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense

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Tipos de substrato:
Cascalho: É uma opção popular, com diferentes tamanhos e cores, que pode servir de abrigo para alguns peixes.
Areia: Permite que as plantas aquáticas se desenvolvam e ajuda a manter a água limpa.
Pedrinhas: Podem ser usadas para criar um efeito natural ou para decorar o aquário.
Substratos específicos para plantas: São compostos por nutrientes que auxiliam no crescimento das plantas.

Outros elementos:
Além do substrato, outros elementos como troncos, pedras grandes, vegetação ou objetos artificiais podem ser adicionados ao aquário ou lago para fins decorativos e também para servir como abrigo para os peixes.

Considerações importantes:
O tipo de substrato deve ser adequado para as espécies de peixes que você tem ou que pretende criar.
O substrato deve ser limpo e bem mantido para evitar o acúmulo de sujeira e algas.
Alguns peixes podem ser sensíveis a substratos muito finos ou pontiagudos, então é importante escolher um material que seja seguro para eles.








































Peixes ornamentais: condições locais
Quanto mais soubermos sobre a espécie que estamos criando, maiores serão as chances de obtermos êxito no negócio




O ambiente aquático é influenciado pelo ar, pelo solo, pelo ecossistema terrestre adjacente e também pela intervenção humana, chamada de ação antrópica


Existem, no Brasil, hoje, em torno de 1.800 produtores de peixes ornamentais. Cerca de 350 desses produtores estão concentrados na região de Muriaé, em Minas Gerais. Outros polos de criação também se desenvolveram ao longo deste tempo por diversas regiões do país, contribuindo para dinamizar as economias locais e gerar empregos.


Além de Muriaé, são polos de produção de peixes ornamentais o Rio de Janeiro (Magé, Duque de Caxias, Região dos Lagos); São Paulo (Ribeirão Preto e Mogi das Cruzes); os Estados da Bahia, Ceará e Pernambuco (Salvador, Fortaleza, Recife), no Nordeste; Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, na Região Sul.


“ O Brasil exporta cerca de 20 milhões de peixes ornamentais de água doce por ano, gerando receitas da ordem de 4 milhões de dólares, sendo que mais de 95% desses peixes são oriundos do extrativismo, principalmente das planícies e florestas inundáveis da bacia do médio rio Negro, na Região Amazônica”, afirma o professor Manuel Vasquez, do curso Produção de Peixes Ornamentais, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.

Água

A qualidade da água é um fator preponderante para o sucesso da piscicultura. São vários os tipos de água utilizados em piscicultura, quanto à origem ou quanto à natureza, cada qual com suas vantagens e desvantagens.


A água de melhor condição para utilização em piscicultura é a captada diretamente de nascentes. Ela carrega pequena quantidade de material em suspensão, é isenta de peixes e outros invasores, dispensando o uso de filtros. No entanto, tem baixa concentração de oxigênio e baixa temperatura.

Quanto à água tratada, comum nas áreas urbanas , esta não deve ser diretamente utilizada nos peixes ornamentais, devido ao cloro empregado no processo de purificação. Ela deve ser deixada para descansar, no mínimo, por um período de 48 horas antes de ser colocada para os peixes.

Ambiente aquático

O ambiente aquático é influenciado pelo ar, pelo solo, pelo ecossistema terrestre adjacente e também pela intervenção humana, chamada de ação antrópica.

Na piscicultura comercial, o ecossistema é manipulado para manter o ambiente mais adequado possível às espécies que se está criando, buscando maximizar a produção de plâncton e de outros organismos que servem de alimento para os peixes.

O meio aquático possui características físicas e químicas que são influenciadas por fatores abióticos e bióticos. Os fatores abióticos, que afetam a qualidade da água, são o solo, a luz solar, o ar, a temperatura, entre outros; já os fatores bióticos são as comunidades que estão presentes na água, como o plâncton, os peixes, as algas e outros seres vivos.

Temperatura

A temperatura é a principal variável abiótica que afeta o metabolismo dos peixes. Uma variação de apenas um grau na temperatura corporal dos peixes ocasiona uma alteração de 8 a 10% em seu metabolismo.

Essas variações implicam em diferentes velocidades de crescimento, por exemplo; com a temperatura indo de 27 para 26ºC, ou outro valor, os peixes diminuiriam a demanda por alimento e oxigênio na mesma proporção, também em 10%, representando uma queda de produção.

Cada espécie de peixe possui uma faixa de temperatura ideal para o seu cultivo, que precisa ser respeitada. Para o Betta, a temperatura varia entre 24 e 29ºC; para o Guppy, varia entre 22 e 28ºC; para o Paulistinha, varia entre 20 e 27ºC; para o Barbo, varia entre 20 e 27ºC; para o Neon, varia entre 26 e 30ºC; para a Carpa, varia entre 20 e 28ºC e assim, sucessivamente.

Dureza da água

A “dureza” da água, isto é, a quantidade de sais (de cálcio e magnésio), que estão dissolvidos na água, pode ser medida pelo aparelho conhecido como densímetro. Alguns peixes exigem água “mole”, com poucos sais, como o acará disco; outros exigem água mais “dura”, com mais sais, como a molinésia; e existem os que toleram ambas as águas, como o guppy e o kinguio.

Oxigênio dissolvido

Existe um valor mínimo de oxigênio dissolvido, no qual uma espécie consegue sobreviver. Existe outro valor, acima desse mínimo, no qual a mesma espécie consegue se alimentar e crescer; e, ainda, tem-se um valor bem alto, que seria o limite máximo, a partir do qual pode ocorrer embolia nos peixes.

ESCALA DE TOLERÂNCIA AO OXIGÊNIO DISSOLVIDO

- Teor acima de 4,0 mg/l = Bom crescimento das espécies ornamentais;

- Teor entre 2,5 mg/L e 4 mg/l = Reduzem o consumo de alimento e a natação;

- Teor inferior a 2,0 mg/l = Muitas espécies de peixes não conseguem sobreviver.

Mas como medir o teor de oxigênio dissolvido na água? Em primeiro lugar, deve-se manter uma constante observação sobre as alterações de comportamento dos peixes. Quando eles começam a nadar na superfície, ou quando o cardume inteiro fica perto da entrada de água, apresentando apatia, são indícios de sinais da falta de oxigênio. Outro indício é a indiferença à presença de pessoas, quando o normal seria a fuga.

O pH da água 

Os peixes, de maneira geral, têm seu desenvolvimento mais satisfatório em águas próximas à neutralidade, com o pH entre 6,5 e 7,5. É importante observar que algumas espécies exigem água com pH fora dessa faixa. Peixes como o acará disco apresentam baixo crescimento e ficam mais susceptíveis a doenças, quando mantidos em água com pH acima de 7.

Vazão da água

Uma piscicultura de sistema semi-intensivo, em tanques de terra, deve possuir fonte de água com vazão de 8 a 10 litros por segundo, para cada hectare de lâmina d’água. Essa vazão é necessária para os modelos de tanques com circulação constante de água. Quando a necessidade for apenas manter o nível da água, repondo o que evapora ou infiltra no terreno, bastam de 25% a 40% dessa vazão.

Tipos de solo

O tipo mais indicado para uma piscicultura é o solo que possui teores de argila entre 30% e 50%, pois apresenta baixa permeabilidade e minimiza as perdas de água por infiltração. Solos com baixo teor de argila apresentam alta permeabilidade. Com isso, as perdas de água serão maiores e podem inviabilizar a atividade, ou exigir o uso de mantas impermeabilizantes, o que aumenta o custo de implantação do projeto.

Confira mais informações, acessando os cursos da área Piscicultura.


Redação JRP  

Por Sr.Leon Lopes, jornalista e fotográfico 

Jornal JRP internacional 
jcidadern@hotmail.com 



sábado, 17 de maio de 2025

Como bom cultivo e tratar da água


A rotação de culturas é uma prática agrícola que consiste em alternar diferentes tipos de culturas na mesma área ao longo do tempo, em vez de cultivar a mesma cultura repetidamente. A rotatividade, planejada e bem executada, traz diversos benefícios, como a melhora da fertilidade do solo, controle de pragas e doenças, e aumento da produtividade.


Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense

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Como fazer a rotação de culturas:
Planejamento: Defina seus objetivos e o que você deseja alcançar com a rotação (melhora da fertilidade, controle de pragas, etc.).

Conhecimento do terreno: Analise o tipo de solo, clima e histórico de cultivos.

Seleção das culturas: Escolha culturas que se complementem, com diferentes necessidades nutricionais e sistemas radiculares.

Implementação: Prepare o solo, adube, separe as áreas e plante as culturas.

Acompanhamento: Monitore a saúde do solo, as pragas e doenças, e ajuste o planejamento conforme necessário.

Dicas para a rotação:
Combine leguminosas e não leguminosas: As leguminosas fixam nitrogênio no solo, beneficiando culturas subsequentes.

   



Use plantas de cobertura: Elas protegem o solo, aumentam a matéria orgânica e fixam nitrogênio.

Considere a sequência de culturas: Defina uma sequência de culturas que atenda aos seus objetivos e condições do terreno.

Atenção com a pulverização: Adapte a quantidade e os tipos de insumos agrícolas às necessidades de cada cultura.

Pesquise sobre exemplos de rotação: Há diversas opções de rotação para diferentes culturas e objetivos.



Exemplos de rotação:
Soja → milho → braquiária:
A soja fixa nitrogênio, beneficiando o milho, e a braquiária melhora a estrutura do solo.
Trigo → soja → milheto:
O trigo é cultivado no inverno, seguido pela soja no verão, e o milheto pode ser usado para produção de palha.
Arroz → feijão → crotalária:
O arroz é seguido pelo feijão e a crotalária pode ser usada como adubação verde.

Em resumo: A rotação de culturas é uma prática que traz muitos benefícios para a agricultura. Planejamento, conhecimento do terreno, seleção adequada das culturas e implementação cuidadosa são essenciais para o sucesso da rotação.


ERVAS MÁGICAS QUE CRESCE SEM TERRA!

Sem espaço pra plantar? Não se preocupe! Aqui estão 6 ervas incríveis que crescem só na água:

(1) Hortelã: Raízes rápidas e perfeitinho garantido!

(2) Salsa: Ama um copinho com água e vai dar sabor a seus pratos!

(3) Alecrim: Calminho, mas firme e delicioso!

(4) Orégano: Já começa a enraizar em poucos dias e é perfeito para temperar!

(5) Cebolinha: Brota fácil da base e é uma delícia! 🤤

(6)Tomilho: Só precisa de bastante luz e vai dar um toque especial aos seus pratos! 

DICA PRÁTICA:

Coloque os galhos em potinhos com água limpa, perto da janela, e troque a água toda semana! É fácil, prático e você terá temperinho fresco sempre à mão! 







A hidroponia é uma técnica de cultivo de plantas sem o uso de solo, onde as raízes são imersas em uma solução nutritiva. Essa solução fornece os nutrientes necessários para o crescimento das plantas, como água e sais minerais.

Como funciona:

Solução nutritiva:
A água é o meio em que as plantas crescem, e a solução nutritiva contém todos os elementos essenciais para o desenvolvimento.

Raízes:
As raízes das plantas são imersas na solução nutritiva ou podem ser apoiadas em um substrato inerte, como areia lavada.

Sistema de recirculação:
A solução nutritiva pode ser recirculada para economizar água e nutrientes.

Tipos de sistemas:
Existem diferentes tipos de sistemas hidropônicos, como NFT (Nutrient Film Technique) e sistemas de água profunda.

Vantagens:

Produção em espaços reduzidos:
A hidroponia permite cultivar plantas em espaços pequenos, como em apartamentos ou em áreas urbanas.

Maior controle:
É possível controlar o pH, a temperatura e os nutrientes fornecidos às plantas, o que pode resultar em plantas mais saudáveis e de maior qualidade.

Economia de água: de
A água pode ser reciclada e reutilizada, o que ajuda a economizar água.

Menor uso de pesticidas:
Como as plantas são cultivadas em ambientes fechados e controlados, há menos necessidade de usar pesticidas e herbicidas.

Desvantagens:

Custo inicial: A instalação de um sistema hidropônico pode ser cara, principalmente se for um sistema grande ou comercial.

Manutenção: A solução nutritiva precisa ser monitorada e ajustada regularmente.

Potencial de doenças: A hidroponia pode ser mais suscetível a doenças se não for bem administrada.

Tipos de plantas:
Quase todas as plantas podem ser cultivadas em hidroponia, mas algumas são mais adequadas do que outras, como alface, tomate, morango, pimentão e ervas.

A hidroponia é uma alternativa promissora para a agricultura urbana e para a produção de alimentos em áreas onde a disponibilidade de solo é limitada.


Como purificar a água com filtro.

A água para consumo humano deve ser filtrada (com filtro doméstico, coador de papel ou pano limpo), e, posteriormente, fervida. A fervura da água elimina bactérias, vírus e parasitas; por isso, é o método preferencial para tratamento da água de consumo humano.



Ferver a água é considerado um dos métodos mais seguros para tornar a água potável, pois mata vírus, bactérias ou parasitas presentes na água que podem causar doenças. Para ferver a água, primeiro deve-se colocar um pano limpo e seco, na abertura do recipiente, para filtrar a água ao adicioná-la no recipiente.


Redação do jornal ATAP-RN

Por Kevyn Lopes