quinta-feira, 15 de maio de 2025

Exclusivo – EUA articulam acesso estratégico a Fernando de Noronha e Natal sob alegação de direito histórico e investimento bélico


 Exclusivo – EUA articulam acesso estratégico a Fernando de Noronha e Natal sob alegação de direito histórico e investimento bélico

Editor

7 de maio de 2025

Agenda Trump, Destaque, Notas Estratégicas BR


Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense

Jornal JRP internacional 
                       jcidadern@hotmail.com
        Denúncias,Ligue Tel.55-84-999643633

Repetindo a retórica usada no Canal do Panamá, diplomacia ligada ao entorno de Donald Trump pressiona por acesso irrestrito às infraestruturas de Noronha e da Base Aérea de Natal. Interesses logístico-operacionais no Atlântico Sul e ativos ISR motivam nova campanha de influência.


Portal DefesaNet

Brasília, 7 de maio de 2025


Nota DefesaNet


Artigo em Português


Exclusivo – EUA articulam acesso estratégico a Fernando de Noronha e Natal sob alegação de direito histórico e investimento bélico


Artigo em Inglês


Exclusive – US articulates strategic access to Fernando de Noronha and Natal under the allegation of historical right and military investment


Diplomatas vinculados a setores republicanos dos Estados Unidos, diretamente associados ao núcleo político do presidente Donald Trump, vêm articulando informalmente com interlocutores brasileiros o uso irrestrito do Aeroporto de Fernando de Noronha (SBFN) e da Base Aérea de Natal (BANT), no Rio Grande do Norte. O argumento empregado remete ao conceito de “direito histórico de retorno operacional”, com base em investimentos realizados pelos EUA durante a Segunda Guerra Mundial e o período da Guerra Fria.


O mesmo argumento foi recentemente utilizado em declarações sobre o Canal do Panamá, onde setores trumpistas passaram a defender publicamente que os EUA deveriam reivindicar o controle técnico-operacional da estrutura interoceânica, sob a alegação de que “foram os Estados Unidos que construíram, pagaram e defenderam a instalação durante o século XX”.


No caso brasileiro, trata-se de ativos geoestratégicos de alto valor: Fernando de Noronha como sensor-forward base no Atlântico Sul equatorial, e Base Aérea de Natal como hub logístico de trânsito transcontinental, compatível com operações aéreas interteatrais e como base de prontidão para projeção sobre África Ocidental e litoral norte sul-americano.


Racional técnico-operacional por trás da pressão

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Segundo analistas de defesa consultados pelo DefesaNet, tanto Fernando de Noronha quanto a Base Aérea de Natal oferecem vantagens operacionais tangíveis para a arquitetura C4ISR (Comando, Controle, Comunicações, Computadores, Inteligência, Vigilância e Reconhecimento) dos Estados Unidos, sobretudo no contexto de projeção hemisférica e contenção estratégica no Atlântico Sul.


No caso de Fernando de Noronha, sua localização equatorial posiciona o arquipélago como um ponto ideal para vigilância oceânica de longo alcance. A ilha funciona como plataforma natural para a instalação de sensores eletro-ópticos, radares de superfície marítima e equipamentos ELINT/SIGINT, voltados para o monitoramento de rotas navais e aéreas entre a América do Sul, a África Ocidental e o Atlântico médio. A proximidade com o corredor marítimo entre o Atlântico Sul e o Golfo da Guiné — hoje alvo de crescente atividade naval chinesa, russa e de embarcações de bandeira de conveniência — torna Noronha um vetor avançado de interdição e coleta de inteligência.


Além disso, o aeroporto do arquipélago possui capacidade de operar como ponto de apoio tático para aeronaves de vigilância marítima e UAVs de média altitude e longa duração, como os MQ-9 Reaper ou os SeaGuardian, permitindo cobertura persistente sobre áreas de interesse. A viabilidade técnica de integração com satélites de comunicações, bem como com redes de monitoramento oceânico baseadas em dados abertos e sinais AIS/SAR, amplia o valor estratégico da posição para operações de vigilância marítima e domínio situacional regional.


Já a Base Aérea de Natal, situada na região metropolitana de Natal (RN), possui relevância histórica consolidada. Conhecida durante a Segunda Guerra Mundial como o “Trampolim da Vitória”, a BANT foi utilizada pelas forças aliadas como ponto de trânsito logístico entre o continente americano e os teatros de operações da África e Europa. A base continua sendo uma instalação robusta, com pista de pouso capaz de receber aeronaves estratégicas como o C-17 Globemaster III, o KC-135 Stratotanker e o novo KC-46 Pegasus. Sua posição geográfica oferece acesso facilitado tanto a rotas transatlânticas quanto ao porto de Natal, o que a qualifica como um hub logístico de alto valor para operações conjuntas ou expedicionárias.


Do ponto de vista operacional, Natal apresenta condições ideais para reabastecimento em voo, evacuação médica, mobilização rápida de forças de reação e apoio a missões aerotransportadas em cenários de crise na costa ocidental africana, Caribe ou litoral norte da América do Sul. Sua proximidade com o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) também permite sinergia para operações de inteligência para o monitoramento e rastreio de vetores brasileiros que estão sendo lançados.


FAB Super Tucano A-28 com pintura Comemorativa do 1º Grupo de Aviação de Caça que combateu na Itália durante a segunda Guerra Mundial Foto SO Johnson FAB


Ambas as infraestruturas, se combinadas sob um conceito de presença avançada, permitiriam aos Estados Unidos estabelecer um arco de contenção atlântico que complementariam sua atual malha de bases e pontos de apoio, como Ilha de Ascenção, a Ilha de São Tomé e instalações em Dakar. Este cinturão de vigilância e prontidão ampliaria substancialmente a capacidade de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR) dos EUA sobre o Atlântico Sul — uma região tradicionalmente fora do alcance direto da OTAN, mas onde se observa crescente atividade de potências extrarregionais, inclusive por meio de embarcações de pesquisa, pesqueiros industriais e plataformas marítimas de duplo uso, potencialmente vinculadas a operações de coleta de dados sensíveis.


Base legal e precedentes


A fundamentação jurídico-estratégica apresentada por representantes e analistas próximos ao governo Trump para justificar o pleito sobre Fernando de Noronha e Natal repousa sobre três eixos principais — todos baseados em interpretações ampliadas da história da cooperação militar hemisférica, em dispositivos legais do aparato de segurança dos EUA e em doutrinas geopolíticas mantidas de forma contínua desde a Segunda Guerra Mundial.


O primeiro vetor é de natureza histórico-operacional. Ambas as infraestruturas foram incorporadas ao esforço de guerra dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial:      A Base Aérea de Natal operou entre 1942 e 1945 como base logística sob comando direto americano, sendo uma das maiores plataformas aéreas aliadas fora do território continental dos EUA. Já Fernando de Noronha foi adaptada para servir como ponto avançado de apoio à aviação naval, com reforço da infraestrutura local por parte da Marinha dos Estados Unidos. Essa participação incluiu aportes financeiros, fornecimento de equipamentos, obras de engenharia e construção de pistas, tudo amparado pela Lend-Lease Act (Lei de Empréstimo e Arrendamento de 1941), que permitia aos EUA financiar ou construir infraestruturas militares em países aliados, sob a cláusula implícita de utilidade comum.



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O segundo eixo refere-se àquilo que think tanks de defesa nos EUA vêm definindo como “direito de retorno funcional”. Embora não reconhecida no direito internacional público, essa doutrina informal vem sendo ensaiada desde os anos 1990 e ganhou força com o ressurgimento de visões neomonroeístas no entorno da administração Trump. A tese sustenta que ativos militares financiados pelos EUA em países parceiros — especialmente em contextos de ameaça global ou competição estratégica — poderiam ser “reativados” com base em acordos tácitos ou no princípio de reciprocidade hemisférica. A retórica dessa doutrina ecoa elementos da Doutrina Monroe (1823) e da Western Hemisphere Defense Zone, proclamada por Franklin D. Roosevelt em 1941 e reafirmada informalmente durante a Guerra Fria como área de interesse vital para a segurança marítima norte-americana.


A Distância de 360 km de Fernando de Noronha até a Base Aérea de Natal é uma vantagem inquestionável frente aos 1.540km da Ilha de Ascenção até a costa da África

O terceiro elemento mobilizado pelos EUA envolve precedentes contratuais e legislativos. O extinto Acordo de Assistência Militar Brasil-EUA (1952), embora formalmente encerrado, segue sendo frequentemente citado em documentos técnicos e análises da RAND Corporation, CSIS e Heritage Foundation como referência à “tradição de interoperabilidade hemisférica”. Já o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) de 2019, firmado no governo Bolsonaro para viabilizar o uso da Base de Alcântara, é mencionado como precedente político e diplomático que abre margem para novas modalidades de acesso militar a instalações sensíveis sob controle brasileiro.


A esse quadro somam-se ainda marcos legislativos internos dos EUA que reforçam a tese de mobilização extraterritorial. O Mutual Defense Assistance Act de 1949 — base legal para o fornecimento de apoio militar a países fora da OTAN — e o ainda vigente Defense Production Act de 1950, que autoriza o Executivo norte-americano a mobilizar meios logísticos e industriais fora do território nacional em caso de emergência, são frequentemente evocados como dispositivos que sustentariam juridicamente operações avançadas. Complementarmente, os National Defense Authorization Acts (NDAA) dos últimos anos, sobretudo os aprovados entre 2017 e 2023, incorporaram cláusulas específicas de forward basing e cooperative security locations em zonas extrarregionais, como o Atlântico Sul, autorizando o Departamento de Defesa a empregar recursos para manter presença estratégica em regiões não formalmente cobertas pela OTAN.


A interpretação que emerge desse conjunto jurídico-doutrinário é a de que, diante da intensificação da competição sino-russa no Atlântico Sul e da necessidade de resiliência logística hemisférica, os EUA estariam legitimados — ainda que sem base legal explícita no Brasil — a pleitear o uso prioritário ou irrestrito de infraestruturas que, a seus olhos, fazem parte de uma malha estratégica herdada da lógica aliada da Segunda Guerra Mundial e reforçada pela arquitetura normativa da Guerra Fria.


Visão Histórica


Para uma melhor avaliação das dimensões da Base Aérea de Natal esta vista aérea de 1944 dá uma idea. de suas dimensões.

A Base Aérea de Natal como é conhecida atualmente é operada peça Força Aérea Brasileira. Ao longo dos anos uma parte da área foi urbanizada sendo parte da cidade de Natal/RN.


O nome disso é colônia


Fontes da diplomacia e das Forças Armadas confirmaram ao DefesaNet que representantes da missão diplomática dos Estados Unidos no Brasil ventilaram, em reuniões reservadas, a proposta de retomada operacional das instalações em Fernando de Noronha e Natal, sob a justificativa de “direito funcional de reuso estratégico”. O Itamaraty, pressionado, mantém silêncio. No Ministério da Defesa, a resposta de algumas fontes — lacônica — limitou-se a classificar a sugestão como “juridicamente inviável” e “inaceitável sob o marco constitucional vigente”. Nos bastidores, no entanto, o tom é de inquietação.



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A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 49, inciso I, veda expressamente a cessão de instalações militares a forças estrangeiras sem prévia autorização do Congresso Nacional e formalização em decreto legislativo. Trata-se de um dispositivo de salvaguarda de soberania — ignorá-lo equivaleria a permitir, sob pretexto diplomático, a instalação de postos de controle militar externo em território nacional, à margem do Estado brasileiro.


Juristas especializados em direito internacional e oficiais de Estado-Maior ouvidos pelo DefesaNet foram categóricos: a aceitação, mesmo tácita, da proposta americana equivaleria à criação de enclaves militares operacionais estrangeiros em pleno território brasileiro — zonas blindadas à autoridade nacional, nas quais a soberania constitucional estaria, de fato, suspensa. Seria o equivalente a permitir que o Brasil abrigasse — voluntariamente — compartimentos de comando militar subordinados ao Pentágono.

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PCDB NACIONAL 

O Brasil com mais políticas públicas 

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Mais do que anomalia jurídica, trata-se de uma humilhação estratégica. O Brasil, se ceder, assumirá o papel de satélite militar subordinado no Atlântico Sul, prestando seu território a operações sobre as quais não terá controle. Seria um cão-de-guarda à margem da OTAN, usado para fins logísticos e operacionais, sem contrapartidas nem cláusulas de reciprocidade. E o mais grave: sem meios militares ou diplomáticos para impor qualquer condição de negação.

Esse é o custo de uma negligência histórica e coletiva. Nenhuma geração política brasileira, de nenhuma corrente ideológica, jamais estruturou um projeto nacional de Defesa compatível com o peso geopolítico do país. Entre 1945 e 2025, o Brasil oscilou entre o descaso orçamentário e a submissão doutrinária. O resultado é um Estado desdentado, com Forças Armadas subfinanciadas, sem dissuasão real, sem autonomia tecnológica e sem arcabouço estratégico para enfrentar pressões de potências globais.


Caso o governo brasileiro aceite, ainda que indiretamente, a operação técnica de Fernando de Noronha ou Natal por meios norte-americanos, abrirá um precedente gravíssimo, cujas repercussões podem desestabilizar a confiança regional. Parceiros históricos verão o gesto como submissão colonial travestida de cooperação hemisférica, corroendo qualquer pretensão de liderança estratégica do Brasil no Atlântico Sul.

Neste cenário, o Brasil não apenas entregará posições geográficas críticas — entregará o símbolo último de sua soberania: o controle sobre seu próprio território.

isso é inacreditável! O povo nordestino não vão aceitar!

Se você não quer que seus filhos e netos sejam escravos dos Norte americanos! Junti-se a nós!


Fora Trump do aeroporto de Natal e de  Fernando de Noronha.


Sr.Leon Lopes da Silva de Natal -RN -BRASIL

 

Sr Leon Lopes da Silva ( mestre Leon Lopes).
Jornalista,fotográfico,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense e administrador de empresas e político no Brasil.




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domingo, 11 de maio de 2025

 


JORNAL JRP INTERNACIONAL 
Sério, ético e do povo Brasileiro 
jcidadern@hotmail.com 
O único caminho é o amor ❤️

Feliz dia das mães!

São os votos do Sr.Leon Lopes 

O amor de mãe é um laço eterno, um refúgio de carinho e força que ilumina cada momento da vida. Neste Dia das Mães, celebre essa presença única com palavras que tocam o coração e expressam toda a gratidão por quem sempre esteve ao seu lado. Afinal, nenhuma homenagem é grande o suficiente para retribuir o amor incondicional que só uma mãe pode oferecer. 


Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense

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Ame também o criador de tudo que existe YHWH e também o Cristo de Nazaré.

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sábado, 10 de maio de 2025

História Artista Plástico Sr.Leon Lopes da Silva de Natal - RN - BRASIL

 

História Artista Plástico

Sr.Leon Lopes da Silva de Natal - RN - BRASIL

 

Sr Leon Lopes da Silva ( mestre Leon Lopes).

A singela história que abre esta matéria é apenas uma das ligações de Leon Lopes com a arte.

Nascido na capital Natal do Rio Grande do Norte, como filho mais novo, Leon foi uma criança responsável .

Assim, o menino que era estudiosos e tornou-se anos mais tarde, Professor e artista plástico de inúmeras obras importantes .


A primeira tela a óleo "o farol"

O senso de responsabilidade e a vontade de aprender fizeram com que o garoto, aos 13 anos, em meio a seu primeiro emprego formal, na Hotelaria – entendesse e agarrasse com unhas e dentes sua vocação.



Sr Leon Lopes da Silva
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A sua mãe é senhor Francisco Cosme de Araújo Silva e seu pai e o Senhor José Lopes da Silva e e ele tem mais três irmãos Lígia Lopes da Silva,Leone Lopes da Silva,Leandro Lopes da Silva,Leon hoje em 2025 têm 49 anos.      

            Sr Leon Lopes é também: Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense e administrador de empresas.

Contatos: Sr.Leon Lopes 
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domingo, 4 de maio de 2025

Horta orgânica é o cultivo de plantas

       



Horta orgânica é o cultivo de plantas de hortaliças sem o uso de agrotóxicos, pesticidas ou fertilizantes sintéticos. O objetivo é produzir alimentos de forma sustentável, respeitando o meio ambiente e a saúde das pessoas, através de técnicas naturais de manejo do solo, adubação e controle de pragas.


Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense

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Elaboração:
Cultivo Sustentável:
A horta orgânica busca criar um ecossistema saudável, onde a terra, as plantas e os animais se beneficiam mutuamente, evitando a contaminação por produtos químicos.
     
              


Técnicas Naturais:
São utilizadas práticas como adubação com matéria orgânica (ex: húmus, composto), controle de pragas com inimigos naturais (ex: joaninhas), rotação de culturas e uso de produtos naturais (ex: calda de fumo).

Benefícios:
Saúde: Produção de alimentos mais saudáveis e com menor risco de contaminação por agrotóxicos.

Meio Ambiente: Redução da poluição do solo, água e ar, preservação da biodiversidade e combate ao desperdício.

Economia: Produção de alimentos com menor custo e maior autonomia alimentar, além de poder gerar renda adicional.




Como iniciar:
Planejamento: Escolher um local adequado, com boa luminosidade e acesso à água, e definir quais hortaliças serão cultivadas.

Preparo do solo: Realizar a correção e adubação do solo com matéria orgânica, como composto.


 

Plantio: Escolher sementes ou mudas de qualidade e seguir as instruções de plantio de cada espécie.

Cuidados: Regar, adubar, controlar pragas e doenças com técnicas naturais e colher as hortaliças no ponto ideal.

Por Sr.Leon Lopes,jornalista e fotográfico 


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Data,4-5-2025

quinta-feira, 1 de maio de 2025

Dia do trabalhador muita saúde a todos

 

Dia primeiro de maio, dia dos trabalhadores! Abraço a todos do Brasil e do mudo

Porque o Dia 1 de maio é considerado o Dia do Trabalhador?

Foi por causa de uma greve de trabalhadores ocorrida em 1886, em Chicago, nos Estados Unidos, reivindicando jornada de 8 horas por dia, que o dia Primeiro de Maio entrou para a História.


Sr Leon Lopes da Silva
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 É muito bacana cuidar e ver crescer! Faça você também é gratificante! É muito lindo de ver crescer Deus é magnífico! Obrigado meu Deus YHWH do coração ❤️....


Sr.Lopes do RN - Brasil

sábado, 26 de abril de 2025

Plantas: leguminosas para hortas


 Cultivo em um Metro Quadrado: Aproveite ao Máximo o Seu Espaço!


Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense

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A imagem mostra como cultivar diferentes hortaliças em um metro quadrado, otimizando cada canto para uma produção eficiente. 

Por que essas medidas? 

 Espaço de Crescimento: Cada planta precisa de espaço adequado para se desenvolver.  Por exemplo, o  tomate e o pepino requerem mais espaço (uma planta por metro quadrado), pois são maiores e consomem mais nutrientes. Isso evita a competição e permite uma boa circulação de ar, prevenindo pragas e doenças. 

Compatibilidade de Raízes: Plantas como  espinafre,  cenoura e  rabanete possuem raízes menores, permitindo plantar mais unidades no mesmo espaço sem interferir umas nas outras.

 Já o pimentão exige mais espaço devido às suas raízes extensas e estrutura robusta.


 Luminosidade e Sombra: Hortaliças como as favas  e ervilhas  crescem verticalmente, necessitando de menos espaço horizontal. Isso ajuda a otimizar a luz solar e evita que plantas mais altas façam sombra sobre as menores. 


Cultivo Intensivo: Ideal para hortas urbanas ou espaços reduzidos . Usar um metro quadrado de forma intensiva permite cultivar suas próprias hortaliças em casa  sem precisar de grandes terrenos.


💧Nutrientes e Água: Respeitando as distâncias, cada planta recebe os nutrientes e a água necessários sem competição excessiva, garantindo um crescimento saudável. 


Redação 

quinta-feira, 24 de abril de 2025

A galinha doméstica tem origem no galo-banquiva


A galinha doméstica tem origem no galo-banquiva (Gallus gallus), uma ave silvestre do Sudeste Asiático, que foi domesticada há cerca de 8.000 anos. 


Sr Leon Lopes da Silva
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As galinhas foram introduzidas como animal doméstico na Ásia e, posteriormente, espalharam-se para outras regiões do mundo. São uma importante fonte de alimento e ovos para humanos há séculos.

     

 
Detalhes:

Origem:
O galo-banquiva (Gallus gallus), uma ave silvestre nativa do Sudeste Asiático, é o antepassado da galinha doméstica.

Domesticação:
A domesticação do galo-banquiva começou há cerca de 8.000 anos, no Sudeste Asiático.


    


Espalhamento:
A partir da Ásia, as galinhas foram introduzidas em outras regiões do mundo, como o Egito, Grécia e Roma, onde foram valorizadas tanto pela sua carne como pelos seus ovos.

         Tipos de aves
         









Importância:
As galinhas são uma importante fonte de alimento e ovos para humanos há séculos, sendo cultivadas em grande escala em todo o mundo.

História:
As primeiras representações de galinhas domesticadas são encontradas em cerâmicas coríntias do século VII a.C.

Apresentação no conto:
O conto "A Galinha Ruiva" ensina sobre a importância do trabalho árduo e da responsabilidade individual, mostrando que o sucesso depende do esforço e da dedicação

Redação JRP 

sexta-feira, 18 de abril de 2025

Jornal JRP internacional Ético, sério e do povo Brasileiro jcidadern@hotmail.com Top 10 Biggest Economics in the World | Purchasing Power Parity (PPP), not nominal GDP: 1. 🇨🇳 China - $37.07T 2. 🇺🇸 United States - $29.17T 3. 🇮🇳 India - $16.02T 4. 🇷🇺 Russian Federation - $6.91T 5. 🇯🇵 Japan - $6.57T 6. 🇩🇪 Germany - $6.02T 7. 🇧🇷 Brazil - $4.7T 8. 🇮🇩 Indonesia - $4.66T 9. 🇫🇷 France - $4.36T 10. 🇬🇧 United Kingdom - $4.28T Source: IMF PCDB NACIONAL O Brasil com mais políticas públicas pcdbnacional@hotmail.com


A economia mundial está enfrentando um período de incertezas e desaceleração, com projeções de crescimento mais baixas para 2025. A guerra tarifária, incertezas comerciais e tensões políticas estão afetando as cadeias de suprimento e investimentos, impactando principalmente os países em desenvolvimento e mais vulneráveis.

A economia mundial está enfrentando um período de incertezas e desaceleração, com projeções de crescimento mais baixas para 2025. A guerra tarifária, incertezas comerciais e tensões políticas estão afetando as cadeias de suprimento e investimentos, impactando principalmente os países em desenvolvimento e mais vulneráveis.

Principais pontos:
Crescimento global desacelerado:
Espera-se que o crescimento global diminua para cerca de 2,3% em 2025, com riscos de queda intensificados.

Incertezas comerciais e políticas:
As tensões comerciais e a instabilidade política estão causando interrupções nas cadeias de produção e afetando a confiança dos investidores.

Pressão inflacionária:
Apesar de alguma estabilização, os preços das commodities ainda estão acima dos níveis pré-pandemia e a inflação continua sendo uma preocupação em várias regiões.

Mercado de trabalho resiliente:
O mercado de trabalho em algumas economias desenvolvidas, como Estados Unidos e Europa, tem se mostrado resistente, apesar do cenário econômico desafiador.

Impacto nos países em desenvolvimento:
Países em desenvolvimento, especialmente os mais vulneráveis, enfrentam condições financeiras desfavoráveis e estão mais expostos aos efeitos da desaceleração econômica global.

Desafios estruturais:
O Brasil, por exemplo, enfrenta desafios como a queda no preço das commodities e a necessidade de reformas estruturais para manter o crescimento econômico.

Novas oportunidades:
Apesar dos desafios, alguns países emergentes, como a Índia, estão se destacando no cenário econômico global, com crescimento em setores como automobilístico, farmacêutico e tecnológico.

Em resumo: A economia mundial está passando por um período de desafios, com desaceleração do crescimento, incertezas políticas e comerciais, e pressão inflacionária. Países em desenvolvimento enfrentam condições financeiras mais desafiadoras, enquanto alguns países emergentes mostram potencial de crescimento
. 



quarta-feira, 5 de março de 2025

otulagem de ovos terá nova regulamentação a partir de março de 2025


 

JORNAL JRP INTERNACIONAL

Rotulagem de ovos terá nova regulamentação a partir de março de 2025

desafios, especialmente entre os pequenos e médios produtores. Estes terão de investir em infraestrutura, como máquinas de impressão e tintas certificadas, o que pode representar custos adicionais. Segundo o relatório técnico publicado pelo MAPA, essa regulamentação é um avanço significativo, mas exige planejamento por parte dos produtores para atender às novas exigências sem comprometer a competitividade.




Benefícios para o mercado

A portaria também destaca que a rastreabilidade permitirá ao consumidor identificar a origem do produto com mais facilidade, promovendo maior transparência no mercado. Essa medida pode abrir novas oportunidades de exportação, ao alinhar os padrões de qualidade do Brasil aos exigidos por mercados internacionais.



Sr Leon Lopes da Silva
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Sobre a classificação dos ovos

A portaria detalha as categorias de ovos, que deverão ser identificadas na rotulagem:


Por peso: ovos grandes, médios e pequenos.

Por qualidade: considerando fatores como integridade da casca, limpeza e qualidade interna.

Essas classificações também reforçam a segurança alimentar, garantindo que o consumidor saiba exatamente o que está comprando.

Assim, de acordo com o MAPA, essas medidas são essenciais para manter o Brasil como referência global em produção sustentável e de alta qualidade no setor de proteína animal.





Além disso, querem taxar e proibir os pequenos produtores, e tira o direito de ser auto suficientes, dizem os donos rurais no Brasil.


Deputados de partidos fajustos querem aprovar o direito das pessoas criarem galinha e galos em casa, esse é projeto de lei 5.092 de 2023, de autoria dos deputados Luciene Cavalcante (Psol) e Felipe Becari (União), ambos de São Paulo, quer proibir a criação de galinhas em sistemas que utilizam gaiolas.

a criação de galinhas no Brasil, mas é possível encontrar informações sobre a proibição da criação de galinhas em áreas urbanas.

A criação de galinhas em áreas urbanas é proibida por lei, pois pode causar transtornos para a vizinhança e transmitir doenças.

Legislação sobre a criação de galinhas

O decreto estadual 12.342/1978 proíbe a criação de animais que possam causar insalubridade ou incômodo à vizinhança.

A Lei Municipal 901/1985 proíbe a criação de galinhas em áreas urbanas.


A Lei Municipal nº 631 de 02 de janeiro de 1967 proíbe a criação de galinhas nos porões e no interior das habitações.

Casos de proibição da criação de galinhas

Em Presidente Prudente, o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que um condomínio não pode manter galinhas-d'angola em suas áreas comuns.

Redação JRP 


Jornal JRP internacional

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Apoio: PCDB NACIONAL

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segunda-feira, 3 de março de 2025

A Tartária era um nome usado por europeus para designar uma região da Ásia Central

 


Mapa da grande tártaria 

A Tartária era um nome usado por europeus para designar uma região da Ásia Central e setentrional, que se estendia do Mar Cáspio até ao Oceano Pacífico. O termo foi usado desde a Idade Média até ao século XX.

Existem vários livros sobre a história da Tartária, como Tartária: História Oculta Revelada de Larry Fitzgerald e A Tartária de Bira Melo.

Tartária: História Oculta Revelada

Tartária: História Oculta Revelada* de Larry Fitzgerald é um livro que explora os mistérios que envolvem a Tartária. O livro mergulha em crônicas antigas, mitos esquecidos e teorias intrigantes.

A Tartária

A Tartária* de Bira Melo é um livro que explora o enigmático Império da Tartária. O livro mergulha na história dessa terra fascinante e desvenda os segredos que cercam o seu passado grandioso.

O Canato da Crimeia
Os tártaros são um grupo étnico de origem turca e religião maioritariamente muçulmana. Até ao século XVIII, constituíram um estado independente, o Canato da Crimeia, uma das maiores potências da Europa oriental.


Simbólicos dos Reis tártarios


Simbólicos das tártaria 


Bandeiras muito antigas da tártaria 

Bandeiras dos país que tinha comércio com a tártaria antiga que foi quase apagada da história.


Bandeiras tártarias

               Mapa da grande tártaria 


Mapa da grande tártaria 



Grifos da Bandeira da tártaria 

 Bandeiras antigos dos pais que tinha administração da tártaria no mundo.

             Bandeiras tártaria no mundo

Grande Tartária: a conspiração que teria apagado um dos maiores impérios da história 

Mesmo com muitos acreditando na sua existência há séculos, a origem da Grande Tartária é tida como incerta. As teorias que defendem a extensão dessa civilização são antigas, tendo surgido entre os russos e permanecendo na obscuridade por alguns séculos. Mas, a partir de 2015, impulsionadas pelo avanço das redes sociais, as conjecturas voltaram a ganhar espaço.

A Tartária, em teoria, compreende um grande território da porção asiática, passando pela Sibéria, ao norte da Rússia atual, e mesmo por áreas centrais, incluindo a Mongólia e o sul do Afeganistão. Ao considerar o uso do termo, como indicam alguns registros, tártaro significa bárbaro. Essa expressão teria sido usada de uma forma genérica no passado para se referir aos povos mais afastados que viviam no continente asiático. Isso considerando que, para os europeus, não existia uma noção muito consolidada das civilizações existentes na porção oriental do planeta.

Em suma, estamos falando sobre um vasto terreno que teria rivalizado com o Império Romano em extensão. Mas quanto aos registros históricos, não se pode dizer o mesmo.

Destruição sistemática da Grande Tartária


Redação JRP 

Por Leon Lopes 

Jornal JRP internacional 
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